Crônica

01 Adrian Wesley Da Silva Pereira poética

Hoje acordei e só havia barulho. Os pássaros cantavam e as pessoas aproveitavam os primeiros momentos do dia para conversar. Ao contrário, eu queria aproveitar o último momento de descanso da noite. Abri a janela e olhei para o céu e inspirei calmamente e vi algo que não vejo desde que morava na fazenda, um vaga-lume. E me lembrei da infância quando brincava com meus amigos caçando vaga-lumes a altas horas da noite, e percebi que naquela época o tempo não passava e hoje o tempo passa que nem percebo. 

01 Adrian Wesley Da Silva Pereira humorística

A notícia dos jogos

Dois caras se conheceram num bar e estavam conversando, até que, na tv começou a passar uma notícia sobre jogos
Ai um dos caras falou:
-O que você acha sobre isso
-Cara eu tenho um aparelho des...
-Um vídeo game.
-Isso, mas não sou viciado sabe
-Cara, ter um vídeo game e ilegal e recentemente falaram que eles matam pessoas!
-Caraca, meu deus tenho que tenho que guardá-lo quando chegar em casa
-Guardar, se tem é que QUEBRAR
-Mano, será que esse papo de que vídeos games matam pessoas, não e fake News
-Não, tem um caso de um jovem que morreu por causa do vídeo game
-Caramba, deixando isso de lado e essa lei não é meio exagerada?
-Também não, um policial teve que prender um jovem que estava escondendo um em sua casa.
-Barmen que horas são por favor?
-São 3:30
-Nossa tenho que ir to atrasado. Outra hora a gente conversa
-Falo

02 Alberto Biatto Neto poética

Crianças e seus detalhes

Hoje eu acordei diferente, mais disposta, alegre e detalhista por isso resolvi ir à escola a pé, observando os detalhes escondidos e que estavam à vista. Não sei como na escola cheguei a tempo, mas ainda bem que o tempo é meu amigo. O mais engraçado é que diante de tantas coisas interessantes  que hoje eu vi no caminho, com outros olhares, as mesmas, as quais antes eu não dava bola, resolvi repetir esse processo na minha escola, já que é o local em que eu fico por mais horas.
E não foi que me surpreendi? Quem diria, que no jardim da minha escola em meio a tantas plantinhas rasteiras existe um arbusto, lindo, não percebido pela maioria. Este, pequeno e delicadinho é, além de ser também, sempre determinado esperando que alguém coloque nele um pouco de fé.
Contudo é triste e até um pouco poético como ele clama por alguém que o faça se sentir importante, balançando ao vento seu galhos e botões vermelhos para alguns tão irrelevantes. E por discriminação ou até mesmo por simples ignorância acreditava eu , até então, que o vento era seu único associado, o único que lhe dava o desejo de ser apreciado; até porque, quem mais ou adulto ocupado demais lhe daria esse agrado ?
 O que muitos as vezes não sabem é que as vezes parar para apreciar certos detalhes pode se tornar uma experiência maravilhosa. Por isso que passarei a prestar mais atenção aos detalhes a minha volta, e só sei que durante a visita que a este arbusto fiz vi apenas uma pessoinha, além de mim, que por ele zelava, uma criança doce e feliz. Esta me disse que gostava de observar, apreciar e cuidar dos detalhes a sua volta, pois eles lhe davam uma vida mais completa e “cor de rosa”, e mesmo que ela não tenha me entendido muito bem, eu a pedi que mesmo crescendo e ficando mais velha nunca perdesse esse lado que fazia parte dela, se tornando um adulto completo pois este no decorrer de sua rotina esquece que detalhes como esses que essa criança aprecia trazem mais valores a sua vida.

02 Alberto Biatto Neto humorística                                    

Para qualquer um


Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas, tremem, então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará à camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável.

03 Ana Beatriz Murari Thomazini poética

“Apegação”

 Ás vezes vejo muitas relações boas entre pai e filha, ouço muitas pessoas dizerem que as filhas sempre são apegadas com o pai do que com a mãe, acho que isso não se aplica a mim. Quando penso nisso, sempre me vêm em mente a minha relação, ao saber dessa apegação das filhas com os pais me senti meio triste pois nossa relação não é tão boa quanto eu gostaria, na minha opinião acho que isso acontece pelo fato de eu me sentir desconfortável perto da minha madrasta, sinto que sou forçada a ser simpática.
Quando eu e meu pai viajamos juntos, eu me sinto feliz e sinto que consigo ter essa apegação do meu pai de vez em quando. Quando estamos sozinhos, sempre brincamos de colocar apelido um no outro ou às vezes brincamos de “sardinha”, quando isso acontece fico muito, muito feliz pois sinto que eu tenho, não apenas um pai, mas também um amigo com quem posso contar pra sempre. Por mais que ambos brigamos um com outro, sempre por um motivo à toa, depois da “briga” ficamos fazendo várias brincadeiras.
Meu pai vive irritando os outros, mas sei que isso é apenas o jeito dele e adoro quando ele coloca música na varanda do apartamento e ficamos conversando enquanto eu danço e ele bebe suas cervejas artesanais. No fundo, por mais que ele me irrite, eu amo muito ele.

03 Ana Beatriz Murari Thomazini humorística

O SHAMPOO:


Mais uma tarde entediante em casa, minha mãe trabalhando no salão e como sempre eu estou sentada assistindo ao meu dorama. De vez em quando vou ao salão pois minha mãe sempre está pedindo por algo que fica aqui dentro, como um chinelo por exemplo. Dessa vez, ela me pediu por um shampoo e eu fui lá entregar, chegando lá ela estava misturando os produtos de cabelo, lhe entreguei o shampoo que ela iria precisar e entrei de volta para dentro de casa.
Sentei no sofá e fiquei assistindo minha série favorita, que seria Friends claro, meu personagem favorito é o Chandler pois ele vive sendo sarcástico e fazendo piada de tudo. Me levantei de novo e fui tomar um copo d’água, quando de repente ouço um grito vindo do salão e chegando lá vejo minha mãe com uma cara totalmente assustada e a cliente muito assustada também porém muito furiosa e assim que olhei para o chão descobri o motivo.
O motivo era que a cliente havia perdido totalmente o seu cabelo durante o processo de lavagem e secagem, e acabou ficando totalmente careca, fui atrás de saber o motivo da perda de cabelo e acabei descobrindo que minha madrinha havia colocado a água sanitária em um frasco de shampoo pois não havia outro objeto disponível e quando fui pegar, acabei pegando o errado. E a partir disso, podemos ver que como todos dizem, as aparências enganam

04 Ana Carolina Ferreira Moraes humorística

Um bêbado, já bem alterado entrou numa sala, onde, na porta estava escrito: AA, e pediu:
- Ô balconista, me vê uma pinga cheia aí, com um pouquinho de tequila para começar.
Um homem, muito sério, pegou-o gentilmente pelo braço e lhe sussurrou:
-Meu amigo, aqui não tem bebida nenhuma, pelo contrário, somos os alcoólicos anônimos. Se quiser pode se juntar a no meu caro senhor.
-Alcoólicos anônimos? Poxa vida, então me enganei bem, pensava que vocês eram os alcoólicos assumidos

04 Ana Carolina Ferreitra Moraes poética

O que meus olhos veem

Seus olhos me deixaram sem reações. Seu brilho me calou em um só silencio. Como se vida pudesse esperar mais, e sem pressa, sem presa. Acesas, mil luzes. Seu encanto feriu-me. Curou a minha ressaca, overdose media causada pelo seu sorriso. Seu pranto me molhou seco, seco o céu, tua luz veio em véu. Veio assim sem permissão. Sem reações. Pensei ter passado. Mas você continua, onde fez sua moradia e se acalmou diante a ventania. Quero que esse dia passe, mas que passe como mágica.eu vou por aqui, só mais um pouco. Mais por carente, uma solidão indecente, te peço para que fique. Deixe o sol pra lá. Deixe o céu e o mar mostrar o seu devido lugar. Eles sabem se cuidar. Por hora, por ora, por agora...cuida de mim.

05 Ana Clara Palmeira De Sousa humorística

É quem?

   Numa manhã acinzentada,estava eu andando para buscar pão para o café. Entrei naquela padaria que fica á três casas de distância e foi para a fila. Logo o padeiro disse bem alto:
-O pão vai atrasar uns dez minutinhos.
   Fiquei esperando, pois teria que comer algo. Mas com dois minutos do primeiro tempo esperando, uma mulher que nunca nem vi começou a falar:
-Oi, você é filha da Maria não é?
-Sou sim. Como sabe? – respondi.
-Eu já te peguei no colo sabia? Sou a Claúdia, não lembra de mim.
-Eu não. O que você é da minha mãe?
-Poxa Júlia, eu sou a tia!
-Tia de quem?
-Tia da Jaque ué.
-Impossível. A Jaque é minha tia, você é muito nova pra ser tia dela.
-Minha garotinha, por isso existe plástica. Hahaha! Segredinho nosso. Mas quanto tempo em, e sua mãe, está bem?
   Sendo interrompida, o padeiro chega com os pães quentinhos e a única coisa eu pensei é obrigado meu deus, não aguentava mais essa mulher falando, peguei o pão e falei:
-Tchau!
-Mas...
  E sai o mais rápido que pude. Até hoje não vou mais naquela padaria comprar algo por causa daquela Lúzia, Marta, Ana sei lá.

05 Ana Clara Palmeira De Sousa poética

Social ou isolado?

 Redes sociais muito presente ao nosso dia a dia, muitos expõe suas vidas para o público.
Pensando enquanto andava pela cidade vendo pessoas de todas as idades sem tirar o olho do celular ao invés de falar um bom dia para o outro como era antigamente...  Será que não passará de uma quimera? Afasta pessoas e nos ilude por achar que 140 caracterés é o contato que pessoas precisam para se comunicar. Será mesmo?
Filhos, aqueles que brincavam na rua com amigos de verdade e não virtual, os pais trabalham e iam dar mais atenção ao seu filho, agora não mais. Contato fisíco sem ter o gostinho de serem abstrato mas apenas pensam num retrato para por de perfil.
Mas quando será que iremos perceber que isto esta acabando com a união das pessoas e diálogos?

06 Bianca Rezende Da Silva poética

Levanto da cama assustada ouvindo barulhos assustador, olho pela janela quebrada do meu quarto, fico totalmente abalada, só fico pensando como seria melhor uma mundo sem ódio e guerras.
Nas ruas sinto cheiro de morte, vejo pessoas caídas e chorando, crianças machucadas, gritando, pedindo para parar aquela guerra. Sinto pena e ao mesmo tempo raiva. Como as pessoas podem ser tão maldosas a ponto de tirar vidas.
Ouso barulho de bombas, pessoas gritando e correndo sem direção nenhuma. como não posso fazer nada nem para mim e nem por ninguém, sento-me na calçada olhando para aquelas pessoas esperando pelo pior e refletindo, como o mundo seria melhor sem ódio e guerras.

06, Bianca Rezende Da Silva humorística

Namoro Virtual

Mirela, uma mulher muito bonita porem tímida e reservada, chegou à conclusão de que estava muito sozinha e como já tinha 35 anos, resolveu encontrar uma pessoa, ou melhor, um namorado, mas ela sabia que a única forma de encontrar seu príncipe encantado era por meio de sites de relacionamento.
Entrou no primeiro que site que apareceu, cadastrou-se e foi procurando uma pessoa ideal, até que um homem chamou ela no privado. Mirela olhou o perfil dele e deu altas gargalhadas, na sua foto de perfil, ele estava uma juliete (tipo de óculos que todo homem que quer se aparecer tem), com aparelho dental de várias cores e com um boné muito esquisito, olhou novamente o perfil dele e quando viu seu nome, riu mais ainda. Benvindo Viola, era o nome do sujeito. Apesar dela não querer nada com ele, tentou arriscar. Mas o problema era que ela não sabia conversar com homens.
Benvindo Viola: Eai gatinha, te achei muito bonita.
Mirela: E daí?
Benvindo Viola: Nossa, estou só falando que você é muito bonita, não fica feliz com um elogio?
Mirela: Fico normal, porque, tenho que ficar feliz com seu elogio?
Benvindo Viola: As mulheres ficam, mas não quero te deixar nervosinha. Quantos anos a princesinha tem?
Mirela: 35 anos.
Benvindo Viola: tenho 34 aninhos.
Mirela: Nossa, muito velho, gosto de homens mais novinhos!
Benvindo Viola: Como se você fosse novinha!
Mirela: Você está me chamando de velha seu... quer saber, agora que te encontrei, não procuro mais nada!
Benvindo Viola: Bom saber gatinha.
Mirela: Tudo de ruim encontrei em uma pessoa só, agora tchau, passar bem!
Mirela pensou melhor. Bem melhor por sinal. Fechou o site e foi assistir emocionada, a mais uma eliminatória de A Fazenda.


07 Caio Caminitti De Moraes poética

Alegria

A alegria, a alegria nos liberta do mundo, faz nos alegrar, ela é a melhor parte que o ser humano gosta, que o ser humano adora.
 Um dia eu tinha descobrido o que era a felicidade. Esse dia eu estava com minha família, nesse dia eu tinha descobrido o que era felicidade de verdade, na hora eu senti a alegria bater no meu peito.

07 Caio Caminitti De Moraes humorística

O gol no escuro

 Um dia, meu amigo chegou em mim e me perguntou:
-Qual a sua paixão da vida?
 Eu sincero falei:
-O futebol.
 Logo depois que nos encontramos ele tinha chegado em mim de novo para perguntar mais sobre o futebol.
-Você já teve um jogo em que você se emocionou-se?
-Sim, quer que eu te fale?
 Depois que ele me respondeu que queria, eu comecei a contar sobre o dia que eu fiz um gol com os olhos fechados. Foi quando eu estava terminando de contar sobre o gol que eu fiz eu perguntei a ele:
-Mais espera aí? Você não é o goleiro que eu fiz o gol?
 Ele me respondeu:
-Sim, por isso que eu estou perguntando como você fez o gol com os olhos fechados, porque não foi você que fez o gol, foi o menino que estava atrás de você.

08 Diego poética                                                  

Como comer bem

Para obter uma alimentação saudável, é necessário escolher bem.
É preciso ter consciência e atenção ao fazer o prato, variar e deixar você escolher bem os alimentos – para comer bem.
É importante conhecer o bem de cada alimento, interpretá-lo da mesma forma que ler um livro. Conhecer o sabor e ter consciência da alimentação é o essencial a todos que quererem comer bem.
Utiliza-se um bom costume ao se alimentar bem, com saúde sem causar mal algum, escolhendo as quantias certas – para comer bem.
Muitos não pararam para pensar de que forma poderiam possuir uma ótima alimentação sem fazer ação. A resposta é saber como comer bem fazendo também uma alimentação controlada e fazer escolher certas.
Prefira frutas, legumes, verduras do que comidas gordurosas, pois regulando a quantidade e tendo boas preferências vamos obter uma melhor saúde.

08 Diego humorística                                              

Acabou a força

- Não! Tinha que acabar a força justo agora!
- E agora irmão? O que faremos?
- Não sei.... Estamos sem televisão, sem internet, e sem videogame! Pense em algo...
- Ei, vamos jogas banco imobiliário?
- Nosso cachorro comeu as peças não lembra?
- Hum...é verdade ... então que tal...jogar futebol ou jogar no celular?
- Está chovendo e acabou a bateria do meu celular.
- Aff...não tem nada para fazer.
- Entediante...
- Muito!
- Opa tive uma ideia!
- Qual?
- Vamos conversar.
- De que?
- Sei lá, inventa algo aí.
- Hum... decha eu ver.… o que você fez de diferente ontem?
- Nada, além de minha rotina, ir para a escola...jogar todos os dias... assim como você.
- Cara, isso não está rolando.
- O que?
- Conversar.
- Por que?
- Estamos sem assunto.
- Estamos tendo um agora...
- Sobre?
- Sobre o nosso assunto.
- Eu queria mesmo é que a força voltasse logo... continuar a jogar “ Call of Duty”...
- Sim...logo ela volta.
- Assim espero...
- Ei! Que horas são?
- Agora é...exatamente...15:34.
- Vichi ainda?
- Infelizmente é...
- Bom... vamos fazer o que enquanto a força não volta?
- Nada.

09 - Ederson Batista Esmeraldino Junior humorística

Caminho de casa

- Mais um dia de trabalho naquela empresa. Que saco! Acho que vou acabar pedindo as contas, não aguento mais aquele bobão do meu chefe gritando aos telefones e pedindo café a toda hora! Tomara que aquele velho fique louco ou tenha um enfarte um dia desses. Pelo menos eu cheguei em casa, lar doce lar!
- Filho! Que surpresa agradável!
- Oi mãe.
- Que você tá fazendo aqui, menino? Numa segunda – feira às oito da noite? Tá quase começando aquela novela do... Ah! Já sei! Você veio assistir ela comigo né? Ai que menininho fofo, tinha que ser meu garotinho, o bebezinho da mamãe!
- Mãe! Já sou adulto! Mas por que a surpresa? Eu moro aqui
- Mas filho, você já é casado, lembra de sábado? Já é mocinho e tem sua própria casa. Ai! Vocês crescem tão rápido! Ontem mesmo você estava fazendo xixi na cama e agora.... Ah! Entendi! Ai que chuchuzinho esse menino! Só podia ser meu filhinho! Tava com saudade da mamãe e veio fazer uma visitinha né?
- Espera... Casado.... Não mãe, não é nada disso.
- Não estava com saudade?! Olha que eu ainda sou sua mãe, posso pegar a chinela e te virar do avesso rapaz! Meu filho não sente minha falta! Ele me abandonou! Esse ingrato, depois de tudo o que eu fiz por ele! Aposto que isso é trabalho daquela lá que você casou! Nunca fui com a cara dela!
- Mãe, se acalme! Eu não vim fazer uma visita. Claro que eu estava com saudades, mas não era pra mim ter vindo aqui.
- Então como você veio parar aqui?
- Acho que foi a saudade. A gente pode até fingir ou tentar esconder, mas no final sempre vêm a tona. As vezes pode ser que tenhamos que acertar alguma coisa com uma pessoa para estar próximo a ela novamente, ou algum dia alguém foi embora e nunca mais voltou, ou um lugar que nos traz memorias boas. Mas a saudade sempre escapa de uma forma ou outra, seja em lágrimas ou atitudes inconscientes.
- Nossa, que poético! Tinha que ser meu filho!
- Acho que depois de seis anos trabalhando na mesma editora...
- Vamos filho, entre. Já perdi metade da novela!
- Melhor não, mãe. Senão eu vou acabar voltando aqui depois, e não vai ser a saudade que vai me fazer errar o caminho de casa, vai ser o pé na bunda que eu vou levar da minha esposa mesmo! Beijos!

10 Francisco Oliveira Formaris poética                              

Sonho de uma tarde

Vou para a região de Rocha, Uruguai, e morarei em uma casa chamada Isolada, pintada com a cor terracota. Serei vizinha de uma singela livraria, com chão de areia e paredes de plástico grosso e transparente. Quem sabe até buscarei trabalhar por lá. Receberei visitas, patrícias ou não, e tomarei mate na pequena varanda. Recepcionarei os turistas com um olhar preguiçoso e acompanharei os movimentos do sol, que, em um momento ou outro, pincela cores na parede e no chão

10 Francisco De Oliveira Formaris humorística                                          

O OFTALMOLOGISTA

Fui ao oftalmologista. Não ia a séculos, estava com medo porque estava certa que sairia de lá com um belo par de fundos de garrafas.

-Visão de águia! – Exclamou o médico. Para lá de seus 60 anos ao testar minha capacidade de identificar letras do tamanho de grãos de arroz, projetadas numa parede a 2 metros de distância.

-Ha-suspirei desapontado.

-Ué! Ficou triste porque? 

-Bem que eu queria usar óculos

Acho charmoso.

Moço-tirando os óculos e esfregando os olhos, demonstrando certa impaciente você precisa de um psiquiatra. Não de oftalmologista.

Sai de lá com uma receita mequetrefe de colírio e com a certeza que cego eu não estou, mas doido...                                                                                                                                                                                                                           
11 Gabriel De Sousa Tostes poética

Noite

      Todos dias quando anoitece, a rua esvazia, não movimenta nada a não ser os animais soltos, vagando lentamente pela cidade. Ao anoitecer, dificilmente se vê crianças brincando na rua, como se ver aos dias.
      Nada vejo a não ser carros na rua, com pessoas apresadas para a ir embora ou indo para outros lugares. Quando chega à noite, a família se reúne envolta da mesa para jantar, e perguntar como foi o dia de cada um da família. Após um dia cansativo, todos irão para a cama para ter uma ótima noite de descanso, para recomeçar mais um dia igual a vários que eles tiveram durante sua vida.

11 Gabriel De Sousa Tostes humorística

A Espera de Um Pão

-Qualé Marcão, beleza?
-beleza véi!
- Então cara, o que é que tá pegando?
-Pegando oque?
-Isso aí que você está fazendo meu irmão?
-Isso oque, cara?
-Uai! Na hora que eu tinha ido na casa do Murilo, você tava sentado aí na padaria, e quando eu tô voltando você ainda tá sentado aí...
-Então Pedro é o seguinte... eu cheguei aqui pra poder compra uns pão, né?
Ai a mulher falou que o pão tinha acabado de sair..., mas já faz uns 40 minutos meu parceiro, e nada desse pão voltar cara!

12, Gabriel F. S. Sousa humorística


A Internet Caiu

- Alô senhor.
- Oi moça!
- Em que eu posso ajudar?
- Então...É que a “possilda” dessa “merda” de internet caiu! Eu estava no meio de uma partida e...
- Senhor, vejo aqui que já fazem seis meses que o senhor não paga a fatura da internet.
- Como assim seis meses? Eu paguei ela on...Espera.... Em que ano a gente tá?
- Estamos em 2018 senhor.
- Oi?
- 2018 senhor
- Você tá mentindo!
- Não senhor, hoje pelo que me consta é dia 20 de fevereiro de 2018!
- Como? Eu só estava jogando uma partida... Aham! Já sei! Fui teletransportado pro futuro e você é uma daqueles rob...
- Não senhor, isso é impossível, máquinas do tempo não existem!
        - Você quem diz isso...
        - Possuo plena convicção.
        - Mas como isso foi acontecer? Eu exijo uma explicação!
        - Eu não sei senhor.... Talvez o senhor se entreteu em um daqueles jogos onde você entra pra jogar somente uma partida e quando vê já se passaram horas...Pelo visto, no seu caso, meses.
        - Meu Deus do céu, e a internet como fica?
        - Essa não viajou no tempo não, continua bem aqui, com os juros correndo, se quiser que ela volte, vai ter que pagar sua conta...

12, Gabriel F. S. Sousa poética

A Folha

A folha a cair, um ato tão trivial e comum, desapercebido ao nosso olhar, mas tão singelo e singular, tão superficial e ao mesmo tempo tão profundo, através do vento, por ação da gravidade, influência do tempo, aquela folha, já velha que há muito tempo trabalhara para seu alimento produzir, agora sem utilidade, quer pela estação, quer pela ação do tempo, se esvai, é levada sem direção pelo vento.
Esse fato leva até o mais irracional dos seres a refletir sobre sua vida, assim como também fui acometido com a conclusão: a vida passa.
Passa como folhas ao vento
Como o vento ela se vai e se esvai
Essa mesma é como a água que escorre pelas mãos.
        Como uma neblina que paira e logo se dissipa.
        Ela, a vida, se acaba, aos poucos se esgota e então surge a incógnita: que legado deixamos à posteridade? Será que somos capazes de ver além do que queremos para essa vida? Será que deixaremos nosso legado, atemporal e imaterial, para o taciturno da existência?
        A folha após decomposta, nutriente se torna, às entranhas da terra retorna, "cooparticipadora" da vida outra vez se torna.
        O mesmo ciclo a nós se aplica, vivendo essa longa e dura vida, que ao terminar a corrida, encontramos o fim da existência, a mãe terra à espreita, pela nossa essência anseia, mas mais do que isso, a humanidade o nosso legado espera, além de todas as eras.

13 Gabriele Aleixo Fleming humorística

O papagaio

Dona Maria e Senhor Miguel casados há trinta anos acordam cedo todos os dias, Manuel vai para o seu trabalho e Maria cuida da casa. Godofredo o papagaio, xodó da família, adora causar confusão.
Todos os dias após chegar do trabalho senhor Manuel adora jogar truco com seus amigos no bar da esquina, o que deixa Maria um pouco incomodada, por o marido não dar a atenção necessária para ela. Quando chega em casa Godofredo logo grita:
- Chegou! Chegou!
- Onde estava? - Diz impaciente Maria
-Trabalhando!
-Mentira, tava no bar, tava no bar! -Diz gritando o papagaio
-Fecha o bico papagaio! - Manuel diz raivoso
- É verdade Manuel? Interrogou a mulher
-Claro que não!
-Tava sim, tava sim! Ha há! - Godofredo debochou
-Acho que vou fazer mingau de papagaio-diz com muita raiva o homem
-Mexa com o papagaio e terá mais problemas comigo!
-Ha há! - Ria o papagaio
-Então se preocupa mais com o papagaio do que comigo? -Perguntou inconformado Manuel
-Sim
-Como?
-Isso mesmo! Pelo menos ele não chega tarde e escolhe os amigos em vez de escolher a esposa. Resumindo: ele me dá atenção necessária. E você vá logo tomar um banho, tá fedendo a cachaça.
E apesar de alguns relacionamentos se desgastarem com o tempo nesta antiga geração um consertava o outro, existia mais paixão.

13 Gabriele Aleixo Fleming poética

A árvore esquecida

Caminhando, atrás da escola no caminho que atravesso quase todos os dias para ir lanchar, jamais percebi que atrás do muro de concreto, havia uma árvore com pouca folhagem. Mais mesmo com pouca folhagem, nela continha belas pequenas flores da cor do sol, causando inveja nas demais plantas, por ter algo diferente.
Acredito que passada despercebida dos dois lados do muro, pois de um lado todos passam correndo, e do outro com a rotina de hoje, certeza que ela passa sede. Mesmo de longe seus galhos grandes e finos ao balançar causam ás pessoas conforto e serenidade, por ter aguentado fatores que poderiam derrubá-la, assim poderíamos aprender a ser fortes e prestar atenção naquilo que nos faz bem, pois todos querem o perfume das flores, mas poucos sujam as suas mãos para cultivá-las

14 Gabrielle Cássia Machado poética

Dona Maria era tão velhinha, que observava a rua todo dia, seu marido a avisava:
-Para de cuidar da vida dos outros mulher!
Mais ela nem sequer dava bola, curiosa como sempre adorava observar,
conversar com as suas amigas, como sempre "papiar".
Estava na rua perdida em seus pensamentos, queria apenas um pouco de atenção, compreensão e amor.
Dona Maria solitária como sempre apenas queria viver eternamente.

14, Gabrielle Cássia Machado humorística

Confusão no bar

Dona Clementina frequentava o mesmo bar todo dia, sempre solitária e muito quieta, ela nunca havia reparado no nome da garçonete e muito menos nos nomes das pessoas com quem conversava todos os dias.
Depois que o seu neto a apresentou ás redes sociais Dona Clementina se isolou ainda mais das pessoas, já não eram muito as pessoas que a consideravam como amiga ou a considerassem boa pessoa, e agora então a situação piorou.
O Senhor Fábio, a Dona Maria e a Dona Marta, cumprimentavam (ou pelo menos tentavam) falar com a Dona Clementina, porém sempre sem resultado já que ela estava sempre muito focada no celular. Cansados de sempre a cumprimentarem e ela nunca responder decidiram tomar uma decisão drástica.
Dona Clementina como sempre estava em uma mesa sozinha e com o seu celular na mão, sem pensar duas vezes o Senhor Fábio, a Dona Maria, e a Dona Marta foram conversar com a Dona Clementina.
Dona Marta já chegou tirando o celular de sua mão:
- Olha, é o seguinte Clementina se você acha que o eu marido a traiu e ficou chateada por conta de eu não ter ido mais em sua casa tudo bem, agora não conversar mais com a gente é demais!
- Oi? Espera... Disse Dona Clementina assustada!
Dona Maria senta-se na mesa.
-Clementina eu realmente não queria beijar ele eu juro...
- Espera gente, o que está acontecendo?
-Há dias você nem conversa mais com a gente e achamos que havia acontecido algo.
- Não havia acontecido nada, mas como assim beijou o meu marido?
Nem havia terminado a frase e os três já estavam na saída do bar.o

15 Gabrielle Milene Da Silva humorística

Dia dos namorados

Alguns dias antes da data tão apreciada pelas mulheres, em que se comemora um relacionamento amoroso e especial entre duas pessoas, estavam Maria e seu namorado na sala de sua mãe conversando e assistindo TV, quando Maria querendo agradar o namorado , ou pelo simples fato de querer algo em troca como ocorre com todas as mulheres nessa época do ano, pergunta à ele:
- Adalberto, o que você quer ganhar no dia dos namorados?
- Nada mozão! - responde ele, não dando muito importância a pergunta.
- Não amor, mas eu quero... -  dizia ela antes de ser interrompida.
- Ah! Já que você insiste tanto, eu tava querendo mesmo aquela chuteira ali- diz ele apontando para um comercial na TV, que mostrava uma chuteira cujo preço era 599 reais e 98 centavos.
- Nossa amor! Ela é bem cara.
- Então foi por isso que eu...
- Mas tudo bem, até porque você merece. – diz ela já o preparando para o que viria.
- Awn  amor - Fala Adalberto, se esquecendo de perguntar o mesmo para ela.
Instala-se então um silêncio na sala por alguns minutos, até aparecer um comercial de sapatos na TV fazendo esse pobre coitado perceber o erro que cometeu, e assim com um rápido impulso, mais por medo do que por fazer um gesto carinhoso ,  ele pergunta à Maria:
- E você amor, o que deseja nesse dia dos namorados?
Se lembrando ao que levou a primeira resposta de Adalberto, Maria tenta se fazer de difícil para ganhar o que queria, já que uma bolsa da Louis vuitton costuma ser muito cara:
- Ah! Nada amor – responde ela cheia de esperança para que ele insista.
Porém como a maioria dos homens, Adalberto nunca ligou muito para esses tipos de coisa, além de não fazer aquele tipo de cara muito romântico. Levantando então para ir ao banheiro ele responde:
- Ah que bom, até porque não acabei nem de pagar o presente da minha mãe!
Coitado desse daí, que do banheiro foi logo pra rua; e ainda tem gente que pergunta por que alguns relacionamentos acabam na época do dia dos namorados?!

15 Gabrielle Milene Da Silva poética

Crianças e seus detalhes

Hoje eu acordei diferente, mais disposta, alegre e detalhista por isso resolvi ir à escola a pé, observando os detalhes escondidos e que estavam à vista. Não sei como na escola cheguei a tempo, mas ainda bem que o tempo é meu amigo. O mais engraçado é que diante de tantas coisas interessantes que hoje eu vi no caminho, com outros olhares, as mesmas, as quais antes eu não dava bola, resolvi repetir esse processo na minha escola, já que é o local em que eu fico por mais horas.
E não foi que me surpreendi? Quem diria, que no jardim da minha escola em meio a tantas plantinhas rasteiras existe um arbusto, lindo, não percebido pela maioria. Este pequeno e delicadinho é, além de ser também, sempre determinado esperando que alguém coloque nele um pouco de fé.
Contudo é triste e até um pouco poético como ele clama por alguém que o faça se sentir importante, balançando ao vento seu galhos e botões vermelhos para alguns tão irrelevantes. E por discriminação ou até mesmo por simples ignorância eu acreditava, até então, que o vento era seu único associado, o único que lhe dava o desejo de ser apreciado; até porque, quem mais ou qual adulto ocupado demais lhe daria esse agrado?
 O que muitos não sabem é que às vezes parar para apreciar certos detalhes pode se tornar uma experiência maravilhosa. Por isso que passarei a prestar mais atenção aos detalhes a minha volta, e só sei que durante a visita que a este arbusto fiz vi apenas uma pessoinha, além de mim, que por ele zelava, uma criança doce e feliz. Esta me disse que gostava de observar, apreciar e cuidar dos detalhes a sua volta, pois eles lhe davam uma vida mais completa e “cor de rosa”, e mesmo que ela não tenha me entendido muito bem, eu a pedi que mesmo crescendo e ficando mais velha nunca perdesse esse lado que fazia parte dela, se tornando um adulto completo pois este no decorrer de sua rotina esquece que detalhes como esses que essa criança aprecia trazem mais valores a sua vida.

16 Gabrielle Pereira De Souza humorística

Polícia, Um Salto Muito Azarado

    O ladrão já estava preso há mais de cinco anos numa penitenciária do interior do Estado de São Paulo e, pela primeira vez, ele havia recebido a oportunidade de ficar em casa por conta do benefício do indulto de páscoa.
     Assim que o criminoso saiu da cadeia, ele resolveu viajar para uma pequena cidade do interior. Ali, não resistindo à tentação, na primeira oportunidade que ele teve roubou a carteira e o celular de uma garota.
     Depois do roubo à moça começou a gritar muito alto pedindo socorro. Logo apareceu um policial para ajudá-la. Prontamente, o policial saiu em perseguição ao rapaz. Depois de correr atrás do gatuno por mais de quatro quarteirões o policial ficou muito impressionado com a atitude do esperto ladrão.
    O Bandido, correndo em altíssima velocidade, estava fugindo do policial, assim que ele entrou numa rua ele viu um grande muro e, pensando ser a área de uma empresa ou outra propriedade qualquer, ele rapidamente escalou o paredão e saltou para o outro lado.
    O policial, ao ver aquilo parou de correr imediatamente. Meio atônito e bastante surpreso com a atitude do picareta, o policial, ainda não acreditando no que estava acontecendo, foi até o portão daquela propriedade onde o marginal havia pulado para ver o que é que estava acontecendo lá dentro.
    Ao chegar, a primeira coisa que o policial viu foi que o assaltante já havia sido completamente imobilizado por outro homem, que não por acaso, era outro policial, pois aquele ladrão para lá de azarado, para não dizer outra coisa, havia pulado justamente dentro do Batalhão da Policia Militar daquela pequena cidade do interior.

17, Isabela Alves Krempel poética

ELLA

Garota atrevida e desprovida, tenta manter a vida em uma harmonia. Corre um risco com a vida, mais sempre é resolvida. Ella segue um padrão com muita determinação e superação.

Sempre persistente e em busca do que quer, sempre está à frente dos outros, ella é de classe baixa mais sempre lutando. Tão nova mais já em busca do que quer, ella é cheia de energia.

Ella enfrenta todos os dias a correria do dia a dia, certas vezes se atrasou para o seu serviço, você acha que Ella liga pra isso?

Ella é feliz com tudo que tem e não precisa de mais nada. Ella me dá inspiração ela é a ELLA.

17, Isabela Alves Krempel humorística

GAROTAS MALVADAS

Belo dia de trabalho, o chefe sempre muito ocupado e nós estagiários sempre na frente dos computadores. Nosso chefe Henrique disse que vai contratar duas mulheres, nós sempre educados e “bem” sociais não ligamos, pois nada mudaria.
Uma semana se passou.... As duas moças chegaram na empresa com rostos bem fechados. Os homens educados como sempre vão cumprimentar elas.
- Bem-vindas!
Ainda com caras fechadas perguntam onde vão ficar e quais seus computadores. Os cavalheiros atenciosos a levam para o lugar.
Minutos depois....
- Nossa como são frias irmão!
- Então cê viu, nem falaram direito conosco.
- Precisamos mudar isso.
Durante semanas os moços tentam tirar um sorriso das donzelas, mais impossível!
- Vamos desistir cara?
- Pois é meu irmão mulheres difíceis.
Um mês se passa e nada, o chefe chega até os rapazes e diz que tem que conversar algo sério.
- O que houve chefe?
- Preciso fazer algo que não queria, vocês estão demitidos!
- Como assim chefe? O que foi que fizemos de errado, trabalhamos tanto.
- Preciso que vão embora.
As moças de longe começam a rir. Os moços entendem....
- Cara elas que fizeram com que o patrão nos demitisse.
- Que vacas, meu Deus.
- Cara vamos embora, aqui tem rolo!

18 Isabela Dias Parpinelli Campos poética

O sorriso dele brilha de mais. Brilha até mais que o sol. O sorriso dele me faz sorrir como um menino que sonha em ser jogador de futebol. O sorriso dele me faz sorrir. Mais um dia a gente se separou meu sorriso acabou. E aquele sorriso de meu rosto virou uma dor inigualável. Queria voltar a sorrir mais só ele consegue me fazer rir. E se um dia a gente voltar. E eu parar de chorar. E voltar a sorrir. E em um arco-íris feliz vou encontrar a paz. E com ele vou viver até nossos corpos morrerem em covas juntos vamos ficar e para sempre se amar.

18 Isabela Dias Parpinelli Campos humorística

Uma mãe tinha três filhos, um chamava Peninha a outra Gotinha e o último filhos chamava Tijolinho um dia os filhos dele resolvem perguntar por que eles tinham aquele nome, o primeiro filho foi pergunta a mãe:
-Mamãe, por que eu chamo Peninha?
A mãe respondeu ao filho:
-A filho por que quando você nasceu caiu uma peninha bem na sua cabecinha
O Peninha ficou feliz ne. Logo depois veio o Gotinha e também perguntou:
-Mamãe por que eu chamo Gotinha?
A mãe com olhar de sinceridade respondeu:
A filho por que quando você nasceu caiu uma Gotinha bem na sua cabecinha. E ele também ficou feliz.
Ai veio o Tijolinho e perguntou a mãe:
-hahahuhauhauhuhauhuah
Por que quando ele nasceu caiu um tijolo na cabeça dele

19 Isadora Maria Chagas humorística

sim, não, não sei, sim, estão, trás, sim, sim.

20 João Guilherme Tostes Neves humorística                                                                    

Celular

    Pedro estava trabalhando a um bom tempo para comprar um celular que ele estava querendo a muito tempo, e certo dia conseguiu o dinheiro para comprar o aparelho, chegando na loja todo entusiasmado comprou o Celular, saindo de lá Pedro foi parado por um homem e perguntou:
- O que tem nessa sacola.
Pedro respondeu:
- Meu celular
Então o homem falou:
- Já que é um celular isso é um assalto               

20 João Guilherme Tostes Neves poética                                                        

Uma manhã

 O sol vem surgindo, dando início ao amanhecer, dando início a um novo dia, as pessoas começam a acordar para ir trabalhar ou estudar, com uma manhã tranquila, os pássaros cantam, e a natureza começa a acordar, dando inicio a um novo dia.

21 João Paulo Janoni humorística

Tempo demais

Clovis estava jogando mais uma partida de seu jogo no computador, quando tudo fica escuro: a energia acabou. Ele fica chateado, sai de seu quarto e anda pela casa. Neusa o vê no corredor e o chama:
-Clovis, me ajude a carregar esta caixa.
-Claro mãe.
-Mãe? Eu sou sua esposa.
-Pera, quando eu me casei?
Atraído pela discussão, Clovis Jr. Entrou no corredor.
-Putz! O primo chato tá aqui...Vou esconder meus jogos.
-Primo chato?!- perguntou Neusa pasma- Clovis, ele é nosso filho!
Clovis olha para mão e nota a aliança em seu dedo.
-M-Mas...estou no oitavo ano...
-Você tá maluco? Você se formou a dez anos e está desempregado!
Clovis vê o calendário na parede e percebe que exagerou só um pouco nos jogos em seu quarto.

21 João Paulo Janoni poética

Flores Vermelhas

Ali estava: deitado em cima de meu braço esperar o sino que anunciaria o fim de mais um dia do meu ciclo semanal na escola e ir para mina zona de conforto. Todavia o tão aguardado momento teria que esperar mais 3 repetitivas aulas.
Peguei meu material para a aula e aguardei a chegada do professor. Porem hoje, o mesmo propôs uma atividade inusitada. Ela se consistia em observar algo de nosso ambiente e registrar de forma detalhada nossa experiência. Não me interessei tanto pela atividade, mas lá fui eu. Peguei meu caderno rasgado e lápis mastigado, sinais da minha ansiedade, e, com todo meu potencial de visão (que por sinal era deplorável), procurei desesperadamente por minha “nota diária”.
Foi então que pela primeira vez em nove anos, olhei para a cerca de nossa escola e notei flores de cor carmesim florescendo de maneira lenta e sigilosa. Atraído pelas cores vivas e repletas de vida, fui totalmente hipnotizado pela beleza e perfeição. Seu perfume, abundante em sentimentos e sensações de leveza e descuidado. Me sinto sozinho e essa sensação me tranquiliza ao invés de me assustar e transmite felicidade no lugar do medo e solidão. Por um instante estou só, comigo e com aquela rosa, que, sem dizer uma palavra, transmitia milhões de pensamentos. Instante esse, quebrado por gritos de alunos me chamando para dentro da sala, acabando com essa hipnose e me levando para a monotonia da sala de aula.

22 João Victor Ferreira Kosa humorística

Sorveteria do seu Zé

-Boa tarde seu Zé?
-Boa tarde garoto!
-Então seu Zé lembra o sabor do meu picolé? Perguntou o garoto.
-Lembro sim, aqui garoto.
-Obrigado! Mas seu Zé... esse não é o sabor que eu gosto! Hahaha!
-Qual é então garoto? Abacaxi, morango?
-Não seu Zé! É banana!
-Que?
-Sim é banana!
-Mas não tem de banana!
-Tem sim, da última vez que eu vim aqui tinha!
-Não tem não.
-Tem sim
-Não tem!!!
-A seu Zé lembrei? Troquei de sorveteria. Esqueci que só vou na sorveteria do seu Joaquim, a sorveteria de frente o senhor. Então seu Zé tem?
-Nããããooooooo!!!!!!!!!

22 João Victor Ferreira Kosa poética

Cidade de meu pai

-Em caminho á cidade que meu pai sempre dizia. No calor suportável, miragens, arvores secas, a estrada parecia que borbulhava como lava do centro da terra. A cidade mais bonita que meu pai sempre dizia, se chamava Jeriocoara no Ceará.
-Após de ter saído daquela estrada borbulhante, fomos a um hotel da cidade que nele água faltava muito, até água para beber não tinha. Com a garganta aderno meu pai exclamou:
-Então filho vamos subir para o nosso quarto?
-Sim pai, mas primeiro vamos procurar por água?
Logo depois fomos atrás de água pela a cidade, com a garganta ardendo de dor e cede, lembrei daquela estrada borbulhante que passamos! Voltamos com dois galões de água mineral, subimos para o quarto do hotel que era o último andar do prédio. Abrimos as janelas. E eu como nunca viajei para longe, me deparei com uma vista expendida, uma das praias mais bonitas do Brasil! Três horas depois de ter descansado da viajem eu e meu pai fomos para praia.
-Então pai vamos comprar uma água de coco bem geladinha?
-Sim filho.
Chegando na barraca:
-Boa tarde senhor?
-Boa tarde? Então o que deseja? Perguntou o senhor da barraca:
-Então queria uma água de coco bem geladinha.
- A sim, espera um estante? Aqui sua água.
Obrigado senhor!
Ficamos até o final da tarde eu e meu pai se divertindo pra caramba!  Amizade de pai e filho!
Voltamos para o nosso hotel. E ficamos um mês na cidade bela que meu pai falava. Mas sempre com saudade da mamãe que tinha falecido a 4 messes.
No último dia da nossa diversão seguimos viajem para a nossa cidade. Mas sempre com uma saudade de minha mamãe

23 Juliana Pistori Tavares humorística

Fugindo da Cadeia

- O Manoel foi preso numa cela em frente à de um leproso.

- Dia após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas.

- Até que certa vez, caiu um dedo do leproso.

- Este o pegou e o atirou pela janela.

- Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela.

- Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela.

- Uma semana depois, caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela.

- Aí, o Manoel não aguentou mais e pediu uma audiência com o Diretor.

- Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente a minha está fugindo aos pouquinhos...

23 Juliana Pistori Tavares poética

Estava ela lá sentada naquela grama de seu quintal enquanto observava os pássaros a voar. Ela via tudo com tão clareza e cor, Fernanda a menina que observava os pássaros então falou:

-    Como tudo é lindo - disse apaixonada pela paisagem.


24 Lucas Gabriel De Oliveira Gomes humorística

Confessos

O ser humano nem sempre enxerga os próprios defeitos. Nunca um vilão do cinema mudo proclamou-se vilão, afinal o nome já diz mudo. Nem o otário se diz otário. Os defeitos existem dentro de nós, ativos e militantes, mas não se revelam, são inconfessos. Nunca vi um ator vir à boca de cena e anunciar, de testa erguida: - Senhoras e senhores, eu sou um canalha.

24 Lucas Gabriel De Oliveira Gomes poética                                                    

A moça

A moça tinha um outro tempo que não o nosso. Entrou no ônibus distraída, desconectada do mundo que lhe pregava os olhos. Não que fosse despeitada, ou tivesse aquela arrogância típica das mulheres lindas demais. Não. Ela apenas não estava ali. Decerto viajava em pensamentos, sonhos que somente ela que a nenhum outro passageiro é dado alcançar.
Entregou o bilhete, passou a catraca e sorriu para o cobrador. O homem sorriu, escancarando a boca banguela e revirando-se em sorrisos, enquanto nós outros o invejávamos como os retardatários invejam os campeões.
Mas a moça ficou como antes como antes. Sentou-se junto ao vidro, alçando o olhar para fora como a buscar algo que perdera no pensamento ou sonho. Havia algo estranho naqueles olhos espantosamente verdes.

25 Luis Miguel De Padua Gaspar humorística                              

 Numa entrevista de emprego

- Muito bem meu rapaz!...eu até que gostei de você, achei você bastante simpático. Vamos fazer um último teste:

- Vamos dizer que você está no pantanal e de repente aparece uma onça enorme, o que você faz? - Perguntou a entrevistadora.

- Se eu tiver uma arma eu atiro nela - Disse o entrevistado.

- E se o senhor não tiver uma arma?

- Aí eu pego uma faca e vou para cima dela - Cheio de valentia respondeu o entrevistado.

- E se você não tiver uma faca? - Continuou a entrevistadora.

- Aí eu saio correndo.

- E se o senhor não puder correr?

- Tem certeza que a senhora gostou de mim?

25 Luis Miguel De Padua Gaspar poética

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há - de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

26 Mariana Cristina Silva Sousa humorística

Uma manhã na escola

Em um dia normal na escola, andando com meus colegas pelo pátio, brincando e dando risada nos deparamos com uma coisa estranha que aparentemente era uma um passarinho morto.
Imediatamente chamamos um colega que era fissurado em pássaros e fomos olhar o que aconteceu, pois no lugar que ele estava era impossível ela cair, porque o Marcos inspetor estava arrumando o teto e poderia evitar o acidente.
Fomos perguntar para ele o que tinha acontecido com aquela coisa estranha, e tudo não passava de um teatro que ele estava participando com outras crianças para assustar quem passava por ali. Pegamos o suposto passarinho e tudo não passava de um fantoche muito real.
A partir desde dia, passamos nosso recreio todo assustando as pessoas que passava por ali.

26 Mariana Cristina Silva Sousa poética

Vizinha

Hoje acordei disposta !Olhando pela janela, vi o sol brilhar e o calor pela janela penetrar.
Levantei e fui trabalhar.
Quando virei a esquina vi o sol brilhar, nunca tinha reparado isso antes,
Como pude nunca ver naqueles instantes, a beleza da manhã vibrante.
A noite cheguei em casa, muito cansada
Peguei meu café e fui tomar na sacada, fiquei pensando perturbada,
O que me fez nunca ter reparado nisso antes? Pode ser que seja a correria do dia a dia, que me faz ficar muito cansada.

27 Pedro Vinicius Pinheiro humorística

O emprego do x-burg

Em uma entrevista de emprego o dono da empresa faz pergunta para o homem que quer trabalhar lá:
-Por que quer entrar nesse emprego?
-O senhor quer a verdade mesmo.
-Mas é claro meu senhor
-Eu queria só para comprar um x-burg
-O que?
-X-burg meu senhor
-Nossa meu senhor você busca um emprego só por causa ade comida
-A meu senhor e que eu só viciado e x-burg e adoro comida gordurosa por isso que tenho esse físico monstro
-A tudo bem, pode vir semana tudo bem
-Sim muito obrigado
-Ta te vejo próxima semana
 -Até mais
-Ate

27 Pedro Vinicius Pinheiro poética

Saudade 

Estava para morar em outra casa em um lugar bem desconhecido que quase ninguém mora por lá, quando estava no meio do caminho vi uma arvore de pinheiro e começou a lembrar dos dias que estavam com os amigos brincando de subir em um pinheiro.
Chegando na casa eu reparei um tijolo quebrado e lembrei quando jogava em pássaros em um terreno, e por isso sentido tanta saldardes da minha casa e implorei para voltar para o lar que agente morava.

28 Rafaela Dos Santos Gonçalves poética

A menina dos sonhos

Vejo uma menina pela janela da sua casa observando aquela linda paisagem com a cara cheia de maquiagem pensando nos seus sonhos...
Com seus pensamentos e sua imaginação. Preparando o seu cenário, e tudo acontece, suas adversarias, e as companheiras do curso.
A sombra e o maquiagem!!
Sozinha, para o observar, mas completamente cheia de sonhos. Ela navega correndo pelas prateleiras de maquiagem, o chão é de maquiagem, e ela é aclamada como melhor maquiadora!
Os sonhos, as maquiagens, preparo a menina para se tornar jovem em alguns anos
E seus sonhos iriar estar presentes!!
E a pergunta acontece, como ela irá realiza-los?
Bom... acredito que não tem necessidade do como, os sonhos vêm, logo depois desaparece só, em um dia

28 Rafaela Dos Santos Gonçalves humorística

O ladrão

O ladrão chega na Alice e pede seu celular, Alice fica assustada mais quando percebe que ele está com uma arma de brinquedo começa a rir de sua cara e fala.
- Que? Está me achando com cara de boba?
 O ladrão responde: Está tirando com minha cara! Ele falou nervoso
Ela pega e sai andando com uma cara de deboche
- Ele fala: Volta aqui mocinha pensa que vai aonde?
- Ela responde: Embora!
-Ele: Me passa seu celular!
Ela continua andando e rindo da sua cara, e fala com ela mesma “que cara bobo quer vim me roubar com uma arma de brinquedo”
Ladrão fica nervoso, por não conseguir roubar o celular de Alice e vai embora!

29 Sérgio Henrique Caminitti De Lima humorística

Um esperto vendedor

 Havia um vendedor ambulante que todo dia ficava andando pelos sinaleiros da cidade e dizendo a todos os motoristas que passavam por ali:
 -Eu sei de tudo, tudo o que você faz, porém se você comprar um produto meu eu ficarei quieto.
 As pessoas duvidavam dele e diziam:
 -Tudo o que? Não sei do que você está falando, eu não fiz nada.
 E o vendedor continua a insistir:
 -Eu sei de tudo! E não adianta você fingir, se não comprar contarei seu segredo para todos!
 -Não fui eu, não sei do que você está falando? – Diziam as pessoas.
 Mas de tanto ele insistir as pessoas ficavam com medo e acabavam comprando um produto do vendedor. E assim ele ganhava a vida em cima de mentiras e mentiras.
 Até que um dia um motorista qual ele já havia vendido um produto parou o carro e sussurrou em seu ouvido:
 -Eu sei de tudo! Tudo o que você faz. – Logo após o sussurro o motorista acelerou bem rápido e sumiu de vista. O vendedor ficou pensativo e ao mesmo tempo com medo do que aquele motorista havia falado para ele.
 Na manhã seguinte ninguém sabia a onde estava o vendedor, até que o encontraram assassinado em sua casa e com ele havia uma mensagem escrita em um papel “ele sabia demais! ’’. 

29 Sérgio Henrique Caminitti De Lima poética

O jogador

 O jogador vive sempre trinando seja na academia ou em sua casa com uma bola em um canto, seu descanso é cinquenta flexões, seu feriado é tedioso pois a academia está fechada e o dia esta chuvoso.
 O jogador se mata para ser o número um e mesmo assim não é o suficiente ele tem que treinar e se esforçar cada dia mais pois mesmo ele se esforçando muito ele pode ser superado por alguém que se esforçou mais ou já nasceu com um dom, um dom de gênio, alguém que simplesmente faz acontecer sem pensar muito e assim o esportista vive tendo que competir com tudo e todos.

30 Victor Regis Viali humorística                                                            

A ENERGIA

Em um dia chuvoso um casal estava em sua casa, e do nada acabou a energia:
- Amor acabou a energia O que vamos fazer agora?
- A não sei que tal jogar um jogo
- Esta la em cima como vamos pegar as peças?
- Vixi é mesmo me esqueci
- A então vamos dormir!
- Sim mais primeiro vamos pegar uma vela para incendiar as coisas
- Aonde esta as velas?
- Não sei eu esqueci
- A então vamos ficar aqui mesmo e dormir aqui mesmo.

30 Victor Regis Viali poética

O FUTEBOL

é uma noite de futebol , e os jogadores já estão posicionado em campo e hoje é dia de um show de bola por que de um lado tem Cristiano Ronaldo e do outro Lionel Messi e a torcida começa a pular nas arquibancadas pois hoje nesta final de champions league temos os dois melhores do mundo na atualidade.

31 Isadora De Souza Agostinho poética

Em uma rua de gente muito rica havia uma casa muito bela deveria ser uma mansão naquela casa morava uma família de classe alta composta por mãe pai duas filhas e um cachorrinho por mais que parecem ter uma vida perfeita eles eram cheios de problemas fingiam ser a família perfeita mas por trás das máscaras tudo era diferente a mãe bebia muito e quando estava embriagada o pai ia pra casa dá vizinha e traia a pobre esposa que não tinha noção do que acontecia a filha mais velha de 22 anos vivia se metendo em confusões existiam alguns bustos de pessoas anônimas que ela vendia drogas especificamente cocaína , a filha mais nova tinha 16 vivia saindo para roles com os amigos e era muito rebelde vivia brigando com a irmã e ameaçava contar para a sua mãe que o pai a traia em troca de bens materiais o cachorro até sofria vivia descuidado nessa família de gente maluca.Isso prova que ninguém é perfeito as verdadeiras pessoas estão escondidas por trás de suas máscaras pois na sociedade se nós não tivermos nossas mascavo seremos julgados por quem somos o mundo é cruel e não perdoa seja quem você é mesmo que o outro não goste , a vida é muito curta para agradar a todos.

31 Isadora De Souza Agostinho poética                  

Purpurina
Sentir na varanda para ver o por do sol
Fones de ouvidos no máximo
Me fechei do mundo
A fina luz tocava a minha pele
Desejei que aquele momento fosse eterno
Mas a  purpurina da vida
Nada mais é que o próprio movimento .

32 Kauan Izac Santana Lopes poética

A Natureza em Nossa Vida

Hoje Acordei cedo, contemplei mas uma vez a natureza.

A chuva fina chegava de mansinho, o encanto e aroma matinal traziam um ar de reflexão.

Enquanto isso,o meio ambiente pedia socorro.

Era o homem continuando a destruir sua casa.

Poluição, fome e desperdício deixa o mundo frágil desagradável.

Dias mas quente   aquecer o " Planeta agua".

Tenha um Instante com a paz e a harmonia.

Reflita e persevere para uma consciência coletiva.

Ainda ha Tempo, cuide bem da Natureza

32 Kauan Izac Santana Lopes humorística

Um dia, numa expedição na África, um cachorrinho começa a brincar de caçar mariposas e quando se dá conta já está muito longe do grupo do safari. Nisso vê bem perto uma pantera correndo em sua direção. Ao perceber que a pantera vai devorá-¬lo, pensa rápido no que fazer. Vê uns ossos de um animal morto e se coloca a mordê-¬los.

Então, quando a pantera está a ponto de atacá¬lo, o cachorrinho diz:

“Ah, que delícia esta pantera que acabo de comer!”

A pantera pára bruscamente e sai apavorada correndo do cachorrinho, pensando:

“Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!”

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