Um Dia De Bote
Um dia
estava vendo meu álbum de fotografia, quando de repente uma fotografia caiu do
álbum e quando olhei a fotografia, lembrei do meu passado, lembrei de quando
tinha 12 anos de idade. Foi um dia muito importante para mim, um dia muito
alegre, foi quando fui para a roça do meu avô e tinha ido junto com minha
família, e foi quando pensamos em dar uma volta no rio, eu e meu irmão fomos correndo
em direção ao rio, tínhamos avistado um bote, de repente, me deu uma vontade imensa
de andar e foi um dia inesquecível da minha vida. Pois naquele dia foi quando o
nosso avô morreu, me lembro desse dia como se fosse ontem. Fiquei muito abatido
quando recebi essa notícia, pois meu avô era muito especial para mim, foi ele
que me ensinou a empinar pipa, andar a cavalo, correr atrás de frangos para
comermos na janta. Nunca vou esquecer daquele dia, pois foi também quando
discutimos sobre se eu e meu irmão poderíamos morar com ele, como queria pedir
desculpas a ele...Me arrependo muito de ter brigado com
meu avô, hoje sinto muito arrependimento de lembrar de ver o meu avô chorando por
nossa causa, enfim assim que relembrei desse dia da fotografia, me senti muito
triste porém sei que o meu avô está em um lugar muito melhor.
Alberto
biatto neto
Barba Azul e as Suas Sete Noivas:
Hoje era mais um dia comum na
semana, porém um dia comum em um ACAMPAMENTO DE FORMANDOS! Não queria estar
aqui, mas minha mãe me mandou ir porque era meu “último” momentos com meus
“amigos”, como se aqueles bichos da minha sala fossem meus amigos, mas enfim,
agora sou obrigada a aturá-los por duas semanas! Ninguém merece! Pelo menos
tenho minha melhor amiga.
Hoje no almoço do acampamento,
sentei com minha melhor amiga como de costume e conversamos, até que um garoto
que parece ser coreano se sentou em minha frente:
-Olá, posso me sentar aqui? -
Ele perguntou, nós duas dissemos em uníssono:
-Claro, sem problema!
-Obrigado. Eu me chamo Min
Yoongi e vocês?
-Eu me chamo Min Ah e essa é
minha melhor amiga Kim Jennie. Prazer em conhecê-lo. – Assim que terminei de
nos apresentarmos, eu e Jennie nos curvamos e depois sentamos e conversamos com
o nosso novo amigo. Depois do almoço, eu e Jennie pensamos em irmos à piscina,
porém quando chegamos na área da piscina esperávamos ver várias pessoas, mas
não havia ninguém apenas o Yoongi que estava deitado em uma espreguiçadeira
dormindo, assim que o vimos eu e Jennie nos entreolhamos e pensamos o mesmo:
“Vamos assustá-lo!”. E assim fizemos, gritamos e depois ele acordou todo
assustado:
-Poxa, nem para me acordarem
com delicadeza...
Caímos na gargalhada e pedimos
desculpa, bom eu nem tanto, mas, assim que saímos da piscina estava anoitecendo
e antes de chegarmos no nosso chalé Yoongi perguntou:
-Ei, querem vir ao meu chalé
para darmos uma festa?
Jennie me olhou, implorando
silenciosamente pelos olhos e infelizmente tive que ceder:
-Sim, queremos...
-Ótimo! Espero vocês lá ás
19:30! Tchau.
-Tchau...
Jennie estava tão animada que
começou a se arrumar duas horas antes. Eu estava desconfiada, pois não fazia
nem 3 dias que Yoongi era nosso amigo, mas deixei esse pensamento de lado.
Assim que chegamos no chalé de Yoongi, ele nos recebeu e nos convidou para
entrarmos e assim fizemos.
Assim que acabamos de entrar,
conversamos sobre vários assuntos, Yoongi tinha um jeito de psicopata, mas
duvidei um pouco, pois eram apenas suas opiniões mesmo. Jennie e eu estávamos
bebendo, como Jennie era fraca para bebida acabou ficando bêbada rápido.
Eram 23:30 e Jennie estava tão
bêbada que acabou dormindo no sofá mesmo. Estava sentada de frente para o
Yoongi, quando ele disse que precisava ir ao quarto e que daqui a pouco ele
voltaria, concordei e depois ele subiu para o quarto, quando de repente ouço um
rangido feito pela escada, me viro e vejo Yoongi com uma chave de fenda na mão,
quando vi aquilo não me surpreendi muito pois já desconfiava dele, apenas
perguntei:
-Por que isso Yoongi?!
-Porque eu sou um psicopata!
Depois que vi a peça do Barba Azul e Suas Sete Noivas, me inspirei e decidi
fazer o mesmo! Você é a última que falta para a minha coleção!
Esperei ele terminar de falar
para sair correndo o mais rápido de lá! Peguei algo parecido com um lampião e
corri pela floresta, assim que percebi que estava longe o suficiente procurei
por sinal no celular e assim que obtive, liguei para a polícia e eles me
levaram para a delegacia enquanto o rpolicialesto procurava pelo Yoongi. Entramos
no carro da polícia e seguimos para a delegacia, chegando lá terminei de contar
o que havia acontecido na noite anterior.
-Então foi exatamente isso que
aconteceu? – O policial perguntou.
-Sim senhor.
-Quantos anos você tem?
-Tenho 17, senhor.
-Ótimo, assim que o prendermos
nós iremos avisá-la.
-Obrigada.
-De nada. Tenha uma boa noite.
Havia me lembrado desse
acontecimento intrigante que aconteceu comigo a 3 anos atrás, não sei o que
aconteceu com Yoongi depois daquilo. Me lembrei desse dia enquanto estava
assistindo ao noticiário, que estava falando sobre um sequestro em que o
sequestrador era outro psicopata, não queria mais pensar sobre aquele dia,
então, assim que o noticiário acabou fui dormir.
Ana Beatriz Murari Thomazini
ALEGRIA DURA POUCO
No dia 21/02/2012 eu
fui para Bahia na praia, lá eu fiz muitas amizades legais eu fui juntamente
Acompanhada pela minha família eu estava andando lá perto da praia com a minha
prima e avistamos uma concha e fomos pegá-la
ela era meio diferente das outras, e até brigamos para ver quem iria
ficar com ela (mais era aquelas briguinhas bobas) e eu fiquei com a concha e
logo após isso tentamos abrir para ver o que tinha dentro no meu pensamento
tinha uma perola, mais quando abri tive uma grande surpresa, não tinha nada lá
dentro e nessa hora olhei para minha prima e ficamos meio sem graças por ter
brigado por causa “ de uma nada” ai
ficamos lá perto da praia novamente para ver se encontrássemos algum, onda vai
e onda vem e não vinha nenhuma concha depois fomos pro apartamento e ficamos lá
vendo televisão mais eu e a minha prima não tínhamos tirado a ideia de “ter
ouro na concha” ou algum do tipo, era uma 22:00
no máximo descemos lá beira da
praia escondidos de nossos pais e ficamos lá procurando conchinhas, nos até que
achamos algumas mais não tinha nada dentro ai levamos mesmo assim só para ver o
que dava para fazer com elas, passou alguns dias e já até nem lembrávamos dessas conchas ai
meu pai inventou de fazer colar demorou um pouco para fazer mais no final ficou
bem bonito e eu adorei essa ideiazinha de colar de concha de praia ESTE FOI UM
DOS MELHORES DIA DA MINHA VIDA.
Uma noite estrelada
Hoje enquanto estava brincando com a
Estrela lembrei de um dos melhores dias da minha vida, onde tudo mudou, e a
solidão não teve mais.
Havia 16 anos quando tudo aconteceu.
Julia, Carol e eu pensamos em fazer algo diferente naquele final de semana,
pensamos e falei “Que tal um acampamento?” todas adoraram a ideia. E a depois
disso, amo acampar.
Pegamos nossas coisas. Lembro que a
minha bolsa era a única á ser a mais leve. Partimos. Chegando lá, podia sentir
o ar puro, uma sensação boa, sem barulho de buzinas e desordem. Era o clima da
floresta.
Montamos a barraca, e vai por mim,
demorou horrores. Logo que terminamos de monta-lá, tenho a certeza que não
quero mais uma barraca tão complicada. Nós jogamos, colocamos o papo em dia,
nadamos em um riacho. Tudo estava ótimo e muito divertido, que nem demos conta
que o céu já tinha escurecido.
Já passava das dez horas da noite,
estava meio frio, e todas nós estávamos cansadas. Julia, a mais nova, e a que
tinha mais energia de todas que nos restava, deu a ideia de ver as estrelas
para relaxar e depois dormir
O céu estava estrelado com a lua
cheia, a noite estava simplesmente linda. E apenas o barulho do grilo se
destacava. Eu estava a presentir algo.
Fomos dormir, estavamos grudadinhas,
dividindo duas cobertas, naquela barraca que não era nem tão grande e nem tão
pequena. O sono estava ótimo. Até que ouvi um barulho. Talvez esse momento foi
um dos que mais senti medo até hoje. Esse barulho parecia de alguém pisando nas
folhas secas, lentamente o barulho estava cada vez chegando mais perto. Olhei
para os lados ver se alguma das meninas tinha saído da barraca ou se pelo menos
alguém também teria acordado como eu. Comecei a me perguntar “Será que acordo
alguém? Ou vou lá ver o que é?”. O barulho continuava e cada vezx mais
aumentava minha curiosidade com o medo, “E se for uma pessoa? Ou animal
perigoso?” pensei.
Peguei toda a minha coragem junto com
a primeira coisa que emitia luz na barraca, e fui descobrir o que era.
Estava tudo escuro, minhas mãos
suavam e não parava de tremer, então, andando devagar por lá, senti algo do meu
lado, estava entre minhas pernas. Pulou em mim, me derrubando e lambeu meu
rosto todo.
Era uma cachorrinha, bem pequena,
“ como fiquei com medo de você doguinho?”. Ela me seguiu de volta a barraca.
Com dó fiz uma caminha para ela com algumas roupas sujas que estavam lá, perto
da minha barraca. Fui dormir.
No dia seguinte mostrei a pequena
cachorrinha para as minhas amigas, elas adoraram, até que Carol perguntou “E o
nome dela”, pois é, como eu poderia ter esquecido. Lembrei a noite de ontem e
pensei no melhor nome, “estrel”, isso ela vai chamar estrela”, falei alto e
animado.
Desde aquele dia até hoje
estou com minha companheira mais leal que conheço vai por mim de assustadora
ela não tem nada.
Ana Clara
PERDIDA NA FLORESTA
Sempre
quis entrar no escoteiro, mas sempre minha mãe falava a mesma coisa, NÃO! Mas
por muitos gritos, choros e dramas, minha mãe deixou.
Quando
comecei a ir, comunicaram para os meus pais que três dias depois iria ter um
acampamento em uma floresta, fiquei muito empolgada, porém não sabia nada a
respeito desse assunto: ACAMPAMENTO!
Como
eu era muito boa para me enturmar, já no segundo dia fiquei amiga de todos.
Falei para os meus amigos que não sabia o que fazer um acampamento, então eles
me explicaram um pouco, por sorte tivemos aula disso.
No
terceiro dia estava muito ansiosa a ponto de explodir, não literalmente, mas eu
estava muito, muito, MUITO ansiosa, era a minha primeira vez em um acampamento
então eu estava meio nervosa.
No dia
do acampamento, fomos com um ônibus todo quebrada e fedido e ainda por cima,
tinha gente vomitando... ECA. Se eu estava feliz? Não! Eu não via a hora de
chegar.
Desci
do ônibus aliviada e olhei para o céu, estava escuro e o céu estava todo
estrelado, olhei para frente e estavam todos sentados em uma roda. O líder
começou a falar sobre uma caça. Em um minuto, eu estava pensando que essa tal
caça era de amanhã, mas me enganei, quando virei para o lado todos estavam
saindo para a caça. Fiquei me perguntando, caçar o que de noite? Fadinhas? Lobos? Fiquei confusa mas relevei.
Começou
a ficar muito frio. Depois de uma longa caminhada, sentamos para descansar e
comer, ficamos sentados por muito tempo, foi quando escutamos um barulho alto,
meu coração começou a acelerar e bater muito forte, por mais que eu estava
assustada, eu queria ver o que causava o barulho, todos acharam melhor voltar,
mas, como eu era muito curiosa decidi desobedecer um pouco e descobrir o que
era. Olhei para o chão e vi uma lâmpada, virei para trás e não via ninguém,
pelo jeito não tinham me visto pegando a lanterna.
Quanto
mais perto eu chegava, o barulho aumentava. Senti alguém me tocando, quando
virei para ver, fiquei paralisada, com o medo que eu estava no momento vi uma
pessoa sangrando, sem pensar duas vezes, comecei a correr muito rápido, eu não
olhava para trás, só o que eu pensava era que não iria aguentar correr muito
tempo. Comecei a cansar e ficar sem ar, parei e comecei a chorar, depois de
alguns minutos deitei e tentei dormir, porém, não consegui, eu estava com tanto
medo que comecei a escutar pessoas me chamando, foi então que percebi que era
as vozes dos meus amigos, fui até as vozes que me gritava, comecei a chorar de
alegria, não por ter me perdido e sim por eles terem me encontrado.
SILVA, Bianca Rezende
O PASSEIO
Sim,
neste último natal ele foi do jeito que eu queria, ainda melhor no final do dia
do natal.
Eu
sentado no banco da mesa, quando olhei para as luzes da arvore de natal e
comecei a me relembrar dos natais passados, mas eu não queria lembrar dos
outros natais, queria só pensar o que eu faria nesse natal, uma coisa eu sabia,
eu queria que ele fosse muito melhor que os outros.
Nos
primeiros dias só tinha ido eu meu pai e minha mãe para passar alguns dias
sozinhos. Não! Espera, eu acabei de lembrar, meu tio estava também, ele tinha
ido para passar esses dias junto com a gente.
Logo
no terceiro dia nós tínhamos ido pescar, logo na primeira tacada do molinete eu
sinto um puxão! Eu espero, espero e nada, depois de um tempo o molinete começa
a perder linha! E não parava de descarregar! Eu consegui depois de um tempo
começar a recolher, mais na hora que eu ia tirar o peixe da agua ele escapa e
vai embora. Nesse mesmo momento meu pai e meu tio começam a rir, claro eu
também, comecei a rir na hora.
Logo
no último dia, o dia de natal, adivinha! Chega um pessoal de lancha e para de
frente ao rancho que estávamos, no mesmo momento comecei a me perguntar quem
era esse pessoal. Eles eram amigos de minha madrinha e de minha tia, eles
ficaram conversando no quiosque com o pessoal de minha família, logo no exato
momento que eles estavam indo embora nos chamarão para dar uma volta de lancha.
Nós
ficamos com medo de ir porque nós nunca andamos de lancha não sabíamos como que
era, com medo mais nós fomos, no final do dia eu comecei a pensar que, nós
sempre precisamos aproveitar a vida, não importa o momento só aproveite a sua
vida.
Moraes, Caio Caminitti
PASSEIO A PRAIA
Era Sexta-feira a noite por volta das 21:00. Eu
e minha mãe e minha vó estávamos no ônibus que nos levaria a praia em Ubatuba.
Fiquei ansioso e feliz por estar indo pela primeira vez na praia, estávamos
todos felizes e ansiosos para chegar em Ubatuba.
Estávamos
na parte de cima do ônibus, pois havia 2 andares. Tomamos dramim para
dormirmos. Tomei o remédio e não demorou muito eu dormir.
Acordei
ainda no ônibus, olhei para a janela e percebi que já tinha amanhecido. Não
demorou muito para chegarmos, chegamos ao hotel por volta das 9:00 da manhã.
Entramos no hotel e dirigimos a nosso quarto.
Quando
entramos nós observamos o nosso quarto. Havia uma cama de casal próxima a porta
de entrada e havia um beliche à esquerda. O banheiro ficava a direita, era
comprido e aconchegante.
Logo
ao chegar subi na parte de cima do beliche e decidi que era lá que ficaria.
Arrumamos nossas malas e fiquei na cama pensando como seria aquela viagem.
Ao
terminarmos as malas fomos para praia, e ficamos por lá pelo resto do dia, só
voltamos para almoçar e depois voltamos a praia.
Todas
as manhãs nós levantávamos e iriamos caminhar sobre a praia. O sol batia em
nossos rostos, iluminava a praia com seus raios solares. As ondas batiam em
nossos pés com suavidade, o vento batia em nossos rostos. Avistamos pássaros voando em grupos ao céu.
Quando
chegamos ao último dia arrumamos nossas malas e pegamos o ônibus e fomos de volta para casa.
Botelho
Diego n°08
Tormento e refrigério; Aflição e bálsamo
- Boa noite, querido!
- Boa noite, mãe!
- Bons sonhos!
Lembro–me de termos este diálogo
diariamente na hora de ‘’descansar as pálpebras’’. Como criança, nunca soube o
que dizer. ‘’Pra você também’’? Aliás, eu só tinha 7 anos. Mesmo que dissesse
alguma coisa, duvido que ela escutaria, pois, ao dizer a frase final, fechava a
porta, que me isolava de todos os ruídos noturnos misteriosos da casa, deixando
meu quarto com a suave melodia do silêncio, como aconteceu agora, mas sem minha
mãe e os beijinhos de boa noite.
Tentando não inalar o misterioso
sonífero que pairava no ar, apenas com a melancólica luz incandescente de meu
abajur, fazia minhas preces e, acabando esta, apagava-a, sendo instantaneamente
imergido num profundo mar de escuridão, sendo intimidado à permanecer calado.
Uma estranha sensação de medo me
domina, estranha porque não sabia o porquê dela. Me vejo numa trilha sem fim,
rodeada de árvores. Em minha mão, apenas uma lamparina. Tento clamar por alguém,
mas logo vejo que isto é impossível, pois não possuo voz neste lugar tenebroso.
Nem mesmo Deus podia me ouvir.
Logo, tenho em meu ouvido um
sussurro, dizendo para que eu saia dali, ou tente pelo menos. Sem tempo para
matar minha curiosidade para saber se realmente fora um sussurro de origem
desconhecida ou vozes atormentadoras da minha cabeça, agarro-me à minha pálida
lamparina e caminho em direção à negridão. O tempo não passou, porque naquele
lugar quem reinava e descida tudo era a solidão, a saudade, e quem mantinha
resguardado em suas mãos os ponteiros do tempo era o medo, que se deliciava de
minha inocente criancice, inofensivo ser.
Um estranho silvo me perseguia por
entre as árvores. Uma súbita agitação se torna crescente às minhas costas, algo
que tento ver, mas é obscuro, tenebroso o suficiente para que olhos o vejam.
Tento correr, mas os laços do desespero envolvem-se em minhas pernas, deixando
que o horror, o próprio, a pura definição, se aproximasse cada vez mais. Em
minha mente ele sussurra para que eu fique. Uma tentadora proposta. Ser aliado
ao horror, ser temido. Ao mesmo tempo que estas palavras me trazem um
sentimento de confiança, me trazem o sentimento de morte. Luto para sair deste
transe que a presença dele me confina, e então corro ainda mais, mas a negridão
se torna crescente, mas intensa que minha lamparina. As árvores começam a
curvar-se perante a presença do horror e me aprisionar em meu próprio
consciente, não deixando, ou não querendo que eu saia dali. Socorro.
Num rápido vislumbre de movimento,
me vejo novamente em meu quarto, aquele que costumava ser feito para dormir e
guardar minhas peças de roupas, agora serve de esconderijo pelos diversos tipos
inimagináveis de terror, todos com olhos a postos em mim, esperando um
movimento qualquer. Me dando conta de estar me afogando em meu próprio
respirar, agora ofegante, junto toda força que me resta e:
-Mããe!
Minha
única esperança. Procuro às cegas e desesperadamente minha luminária para
acende-la, mantendo longe os terrores, que agora se aproximavam, já estendendo
suas mãos para me pegar. Estão chegando. Mais perto. Vão me pegar...
Repentinamente, meu resgate chega,
abrindo a porta desesperadamente, e com seu puro e doce olhar, cansado, me
procura em meio à multidão de ninguém. Sem perder tempo, corro ao seu encontro,
procurando conforto e segurança em seus braços.
Ah! O leito materno é uma coisa
linda! Extraordinária! É nosso primeiro esconderijo quando chegamos ao mundo e
o único que sempre estará disposto e apto a nos receber. Nem aplausos de uma
grande multidão ou inúmeros poemas seriam suficientes para descrever o quão
profundo e o quão intenso é este amor de mãe!
JUNIOR,
EDERSON BATISTA ESMERALDINO
UM DIA FELIZ
Numa
tarde de verão estava eu e meu irmão no jet-ski em Rifainia com amigos e
familiares fazendo churrasco tomando Coca-Cola cerveja quando minha prima caiu
na piscina e ela ficou encharcada e agente caiu na gargalhada e ela também
começou a rir também e ficamos até as
3:00am conversando e fazendo brincadeiras
se divertindo muito.
No
outro dia uma 10:00 da manhã todo mundo acordou e foi tomar café passando um
tempo depois de tomar café agente foi para a represa para esperar a lancha
chegar para agente dar uma volta para conhecer a represa chegando num lugar a lancha parou e agente
foi nadar depois de um tempo agente voltou para lancha e voltou para o racho para
arrumar as coisas para ir mós embora foi
tão bom que ninguém queria ir embora mais tivemos que ir mós foi muito
divertido gostei muito e quero voltar .
Francisco
O DIA FELIZ
Escolhi essa lembrança, de quando era mais
novo, eu tinha acho que uns 7 ou 8 anos, quando fui pescar. Naquele dia estava
eu, meu pai, meu primo, e meu avô, agente foi em um pesqueiro um pouco afastado
da cidade. Lá, tinha um parquinho, onde ficou eu e meu primo brincando enquanto
meu pai estava ajudando o meu vô com as varas de pesca.
Já estava escurecendo, o sol não estava
tão quente como estava atarde, e nós fomos pescar um pouco. Quando eu consegui fisgar
um peixe, tinha ficado muito feliz. Meu primo tinha me dado uma ideia muito
legal, de pegar a cabeça do peixe, e colocá-lo dentro de uma latinha de
refrigerante para fazer o peixonauta, e a gente brincar com ele depois.
Para mim, foi um dos momentos mais gostosos da
minha vida, passar mais tempo com parte da minha família, nós estávamo-nos divertindo
muito. Ao final do dia, fomos embora no fusca do meu pai.
Gabriel Tostes
Dia Fatídico
Hoje, quando estava indo para a casa
do meu falecido tio, em cima da ponte que passa sobre um pequeno rio, o mesmo
rio onde ocorreu aquela lembrança, aquele dia fatídico. Ainda me lembro
exatamente, embora faça algum tempo, aquela emoção será difícil de esquecer, oh
culpa que me atormenta!
Estavam eu e meu irmão na fazenda do
nosso falecido tio, eu gostava daquela fazenda, era um lugar calmo, me sentia
um com a natureza, uma sensação de liberdade, como um pássaro voando, como um
peixe dentro d’água, me sentia de volta aonde eu vim. Passávamos as férias lá,
como eu adorava as férias, sem ter de ir à escola, podia brincar o dia inteiro,
eu tinha por volta dos meus 8 anos e meu irmão por volta dos 10 anos, nós
éramos inseparáveis, como corpo e sombra, quer refletisse qualquer luz, estava
eu lá, na cola dele. Estávamos brincando na beira de um pequeno rio, o rio onde
me encontro lembrando disso. O rio, que passava dento dos limites da fazenda,
era um rio calmo, sereno, eu nunca imaginaria que poderia nos levar ao
desespero. Eu estava com medo, um medo bobo, sem motivo, que logo descobriria
ser intuitivo... as lágrimas me chegam aos olhos, está difícil contar essa
lembrança, ah se eu tivesse ouvido esse medo, talvez não estaria me lembrando e
lamentando dessa maneira. Meu irmão desceu, parecia que toda a alegria do mundo
estava contida naquele sorriso, singelo, simples e inocente, veio com um
caiaque cor do céu - onde deve estar -, com o pretexto de navegarmos no rio.
Ignorando o medo que me alertara,
nadando contra o desespero, decidimos apostar uma corrida, de uma curva até a
outra do rio. Eu nadando, livre em maio a água e meu irmão à remo, ele como era
mais rápido do que eu, provavelmente chegaria primeiro, como eu queria que
tivesse chegado, no meio do trajeto, prevendo que nenhum mal nos aconteceria,
no centro do curso do rio – e do destino, maldito destino -, por um impulso
meu, impulso tolo e infantil, do qual me condeno até hoje, eu pulei em cima do
caiaque, talvez pela avareza de ganhar ou simplesmente por diversão, ou, até
mesmo sem imaginar as consequências. O que eu menos esperava aconteceu, susto,
pavor, desespero, o caiaque, que até o momento estava navegando, virou
inesperadamente, assim como o destino fez com minha vida, o caiaque virou com
meu irmão, amigo, com meu corpo, sendo eu a sombra, quem agora refletiria?
O desespero tomou conta do meu ser,
meu irmão que estava preso ao caiaque não conseguiu voltar, ele se contorcia, e
eu só podia vê-lo em desespero, em busca da vida, em busca do fôlego da vida
que lhe fora retirado... como iria resgata-lo? Ele estava morrendo em frente
aos meus olhos... então mergulhei, com todas as minhas forças tentei, pelejei,
lutei sem sucesso, como poderia eu, uma mera criança conseguir resgata-lo. Senti
o ar saindo dos meus pulmões, mas não havia ar para enchê-los, senti minha
consciência se esvair, meu corpo enrijecer, minha mente ficar escura, como eu
queria ter ficado ali, como eu queria ter descido a sepultura junto de meu
irmão, talvez não estaria sentindo essa dor que me assola, mas o jogo do
destino é confuso, indecifrável.
Acordei olhando para um teto branco,
assim como minha mente, um espaço branco, nulo, livre de pensamentos, emoções,
dor, culpa. Meu corpo estava doido, logo uma dúvida rasgou o espaço em branco:
”onde estou? ”. Nesse momento, como se fosse a resposta, uma mulher vestida com
a cor das nuvens, vestida de branco, apareceu. Pensei que havia chegado a hora
tão falada pelos meus avos, como uma criança poderia ter pensado diferente? Ah
como eu queria que não estivesse enganado. Era uma enfermeira, que destinada a
trazer vida, me trouxe a morte, a notícia. Naquele momento o mundo desabou,
vazio, era o que eu senti tomar conta de mim, a última centelha de esperança
havia sido moída, despedaçada. Uma dor lacerante tomou conta do meu ser, que
continua, incessantemente, me lacerando, uma marca de brasas que arde, que dói,
que corrói: meu irmão morrera.
Desde aquele dia, 20 de julho, há 20
anos, vivo com essa dor, aliás, convivo, ela já virou uma parte de mim,
substituiu o lugar que meu irmão ocupava no meu coração, e realmente me
pergunto como aquilo fora acontecer, a única resposta que obtenho é conviver
com essa culpa, implacável, que não me dá descanso.
-
SOUSA, Gabriel Francisco Santos.
Dias em um acampamento
Hoje
quando minha filha chegou do acampamento que ela foi com a sala dela, me
mostrou uma foto e contou que seus amigos fizeram uma brincadeira com ela.
Então me lembrei que quando tinha 11 anos aconteceu a mesma coisa comigo.
No último
dia do acampamento estávamos eu e os meus amigos sentados ao redor da fogueira
contando histórias de terror. Não faziam ideia do quando eu odiava aquilo. A
história era sobre um lobo enorme e feio que saía a noite para caçar quem
andasse pela floresta sozinho.
Como
não gostava muito de histórias de terror e era um pouco medrosa, acabo
resolvendo indo ao meu alojamento. Não queria ir sozinha pois estava muito
escuro, chamei todos os meus amigos para irem comigo mais ninguém queria ir.
Ele
era um pouco longe de onde nós estávamos e ao andar acabo escutando barulhos
estranhos, então decido ir rápido. Ouço um barulho vindo de uma parte do mato,
corri como se não houvesse amanhã. Parei assim que vi em minha frente um lobo
muito parecido com o da história. Não consegui a fazer nada a não ser gritar.
De susto e de desespero.
Enquanto
gritava ouço algumas gargalhadas e um barulho de foto.
Eram
meus amigos, fiquei sem entender até que percebi que o lobo não era real, era
uma fantasia. Muito parecida e bem-feita por sinal, no começo fiquei um pouco
brava, quase quis matá-los, mais acabei entrando na brincadeira e rindo junto
com eles. Como pude cair naquela brincadeira.
Depois
do ocorrido acabamos indo dormir. Logo que cheguei em casa me mandaram a foto.
Confesso que ficou legal.
Tinha
contado a história para minha filha, ela chorava de tanto rir.
Fiquei
com um pouco de saudade daquela época e dos meus amigos que eram os melhores e que
não tenho mais contato.
Aleixo
Fleming, Gabriele
Um dia mais que especial
Em uma
manhã de domingo estava eu e minha família, na casa da minha vó onde havia uma
discussão onde todos davam suas opiniões. Porém a questão era: qual opinião
deveríamos seguir? Como chegar a uma conclusão em conjunto? Eis a questão!
Depois
de muito tempo discutindo, chegamos a uma conclusão: Iriamos passar o dia em um
rancho na cidade de Miguelópolis onde há um rio que alguns banhistas mergulham
e se divertem. E lá vamos nós nos divertir muito e nadar demais em um belo
domingo ensolarado, foi um dia muito divertido com muitas risadas, comidas e
diversão.
Decidimos
entrar eu e meu primo no rio para mergulhar, quando notamos algo “meio
estranho” passando por nossos pés olhamos e mergulhamos, porém não conseguíamos
encontrar nada, chamamos nossos país, estávamos desesperados e, com medo, mas
não conseguíamos sair do rio por tamanha curiosidade. Achamos por muito tempo
que poderia ser uma cobra, algum peixe, rã dentre muitas coisas que vivem
dentro de um rio.
O rio
foi isolado, muitas pessoas foram embora para suas casas desesperadas e, com medo,
saíram dali rapidamente. Porém eu e minha família não poderíamos ir embora
especificamente eu e meu primo, já que tínhamos presenciado o bicho passando
por ali.
Depois
de horas e horas, achamos o problema: eis que havia um peixe, cuja cor era da
mesma cor que a areia embaixo d’água. Ficamos muito chateados, porém depois de
um tempo riamos por ter sido tão ingênuos.
Machado ,Gabrielle Cássia
Saudade
Hoje,
dia de faxina, ao decidir arrumar o sótão de casa, que a tempo não tinha uma
limpeza, encontrei uma foto minha e do meu irmão brincando em um lago, no sitio
do nosso avô.
E
por incrível que pareça apenas olhando essa foto relembro-me de todos os
momentos bons que passamos junto, antes de ele me deixar a pouco tempo. Nossa!
Como eu gostava de brincar e conversar com ele; como era bom passar os dias da
minha infância naquele sitio, junto a ele.
O
canto dos passarinhos, a brisa suave, o barulho da agua; adorava ir visitar
nosso avô pois sempre me divertia muito. Meu irmão e eu brincávamos o dia
inteiro; comíamos bolo de fubá da vovó, hummm! Aquele bolo quentinho e com
aparência crocante por cima que exalava cheiro de longe; e passávamos todo o
tempo com a nossa família, como eu amava cada segundo ao lado deles.
Na
época em que a foto fora tirada estávamos de férias, meu irmão tinha dez anos e
eu apena seis, e esperávamos, ansiosos, nosso avô chegar do trabalho para o
nosso passeio no lago. Assim que ele chegou fomos até lá, estávamos tão felizes
que, só podia se ouvir as longas risadas vindas do lago onde andávamos de
caiaque e, ao mesmo tempo, disputávamos o remo para ver quem remaria por mais
tempo. Como seria bom se aquele tempo voltasse.
Com
toda certeza aquele foi um dos dias mais felizes da minha vida, eu me diverti e
ri muito das palhaçadas feitas pelo nosso avô, e agora no sótão; encarando essa
foto, rindo e lembrando-me de como foi bom aquele tempo; consigo perceber o
quanto eu sinto a falta de meu falecido irmão e de como fazíamos as coisas
juntos. Humpf (af), como eu queria, poder, voltar no tempo, eu daria tudo, só
para poder rever minha família reunida novamente, só para passar mais um
tempinho com ele
Milene,
Gabrielle
Medo de morrer
Hoje, finalmente depois de sete horas de
viajem, chego a Cananéia, com vários amigos. Fomos direto a pousada Recanto dos
Pássaros, para descansarmos, pois, sete horas de viajem não era para qualquer
um. Por mais provável que seja, cheguei a pensar que esse dia seria o melhor
dia da minha vida, mais não! Não foi, pois o que aconteceu comigo não foi nada
feliz.
Depois de um bom descanso almoçamos e fomos
para um lugar chamado Teixeira onde ali antigamente passava vários navios negreiros
e navios de pirata com tesouros roubados. Bem interessante não!
Mas não fomos ali para conhecer pois ele já
nos era bastante conhecido. Ali, nós já pescamos várias vezes e um de nossos
peixes favoritos de pescar é a famosa arraia. Eu não sou muito fã de pescar
então sempre quando vamos lá eu ajudo fazer comida, limpar o lugar que usamos e
várias outras coisas.
Apesar de eu ser apaixonada pelo mar nunca
tinha dado um mergulhinho na vida. Mas naquele dia resolvi entrar mesmo com um
pouco de receio entrei, não sabia que o mar daquela praia era tão perigoso
daquele jeito. Quando resolvi entrar naquele lugar tão lindo, me surpreendi,
pois, quando entrei uma água viva tinha acabado de me queimar, fiz o que me
orientaram fiquei paradinha e não encostei no lugar onde tinha me queimado logo
passou a dor e voltei a mergulhar quando já não conseguia mais segurar a
respiração tentei mais não consegui voltar para superfície.
Naquele momento não sabia o que fazer, a única
coisa que pensei em fazer foi gritar por socorro. Um amigo meu que era bombeiro
me avistou e foi logo me socorrer no decorrer do salvamento desmaiei pois tinha
bebido muita água. Acabei precisando ser encaminhada para um hospital pois meu
amigo não conseguiu tirar toda a água que tinha engolido. Depois do
acontecimento, uma amiga minha foi me buscar no hospital, pois no outro dia
íamos embora. No momento que me vi deitada naquela maca com um tubo de soro
para eu poder me reidratar, pensei que eu iria morrer, mas aquele lá de cima resolveu
me deixar nesse mundão.
Pereira,
Gabrielle
Meu pai e eu
A
pouco tempo atrás tirei várias fotos com meu pai. Aí me perguntam, mais é
novidade?
Sim,
porque não é sempre que eu e meu tiramos fotos juntos.
Bom,
tirei várias fotos em diversos dias. Fiquei tão feliz vendo como ficaram
alegres e bonitas!
Até
cheguei a pegar o álbum de fotos onde estou recém-nascida e com fotos já de
alguns meses.
Nossa....
Digamos que, eu era um tanto fofa. Não acham? E meu pai.... Sempre tão
cuidadoso.
Como
eu o amo. Não apenas meu pai, como toda minha família.
Sou do
tipo de pessoa carinhosa e amorosa com meus familiares. Isso com muita certeza.
Meu pai sempre foi e é um dos meus maiores amores, hoje com 85 anos quase 86,
se Deus quiser. O tenho como um guerreiro, herói homem forte.
Quando
nasci ele tinha apenas 72 anos muitos pensavam ser meu avô.
Nunca
liguei para isso apenas respondia.
-É meu
pai, e respondia com orgulho.
Já
tinha recebido pergunta se eu não me envergonhava ou algo do tipo, por meu pai
já ser de idade.
E eu
nunca respondi que sim. Ter vergonha de um pai incrível? Nunca.
Sempre
dizia que não e que não me importava com certos comentários desnecessários.
Sei
que como a lei da vida ele partirá, não consigo e não sei como imaginar, como
ficaria minha vida a partir do momento que me contassem que partiu.
É
difícil imaginar.
Sempre
aproveitei e continuo aproveitando cada momento ao seu lado. E também sei que
ficará entre nós por mais e mais anos.
Pois a
cada dia que se passa vejo que está mais forte. Agradeço eternamente por tê-lo.
Acho
que Deus super. Acertou!
No Dia 05/11/2017 eu fui em um aniversário da
minha amiga chamada Martina Martini ela tem o cabelo ruivo usa aparelho. É uma
menina muito legal, gente boa, fofa, simpática, nunca vi uma pessoa tão gente
boa igual ela meu deus!!!
Então o melhor dia da minha vida foi no aniversário
dela brincamos bebemos muito meu deus uns ficaram tão bêbados quem vou te
contar hahaha não vou citar nomes hahaha mais a pessoa sabe quem é , e é essa
pessoinha que ficou bêbado que tornou esse dia especial pra mim e me fez a
pessoa mais feliz do mundo e só deu lembrar dela do sorriso dele começo a
sorrir também aaa como eu amo essa pessoa mesmo que agora estamos separados
mais quem sabe um belo dia ela cinta minha falta ne mais enquanto isso vou
escrevendo se fosse escrever todos momentos bons que passei com você ficaria
uns 70mil anos escrevendo lembro das nossas brigas besta sem sentido das nossas
fotos zuadas rs e tem uma que eu posso estar péssima mais deu olhar pra ela
começo a rir sei que sou chata ciumenta mais isso tudo era medo de te perder
mais agora acabei perdendo e não sei nem o motivo mais faze o que vou continuar
te amando um dia quem sabe eu te supere mais enquanto isso tenha paciência comigo por que você sabe o quanto
eu te amo e as pessoas sabem também não me julgue isso eu te peço errar é
humano se um dia te fiz algo me perdoe e
espero que você encontre uma pessoa melhor que eu mais se não achar lembre de
quem realmente te amou quem sabia quando
você estava triste quem te fazia rir quando você estava triste quem te fez
sorrir que quando você estava mal essa pessoa mesmo você tratando ela mal ela
sempre fico lá do seu lado aguentando seu mal humor sabe por que por que ela te
amava você também me amou eu acredito mais desistiu muito rápido pra quem dizia
amar tanto mais não adianta eu te fala tudo isso que escrevi sabe por que? Por
que isso não vai faze você volta pra mim mais por um minuto para e reflita o que passamos juntos o
que já fiz por você o que fui capaz de fazer só pra estar ao seu lado é eu te
amei!!!
ISABELA N° 18
Tempo que não volta mais
Há
anos atrás estudava na creche Municipal Maria De Andrade Freiria, sobrou
lembranças de que tirávamos fotos da turma , naquele tempo sim era bom. A claro,
que nos tempos de hoje não seja bom! Ate é bom os tempos de hoje mas não tanto
com os tempos passados. Talvez seja porque antes eramos mais felizes as pessoas
eram mais felizes.
E acho que vocês também sentem uma enorme
saudade, de quando é lembrado o passado da escolinha.
Isadora
PESCARIA
Na
atividade onde mostrava as imagens, vi a imagem de dois meninos brincando em um
kaiak sobre a agua e falei.
- Isto
me lembra alguma coisa, lembrei.
Foi um
dia onde fui para casa do meu tio, ele me chamou para ir pescar em um lago que
ele conhecia, arumamos as varas e as roupas, camisas e calças cumpridas para
evitar os mosquitos.
Chegando
la alugamos um barco e fomos para o meio do lago e começamos a pescar, depois
de algumas horas pescando, pegamos muitos peixes, chegamos em casa de tarde,
onde começamos a preparar os peixes e jantar, onde comemos arroz, feijao,
salada, e peixe, gostei muito e fiquei muito feliz no dia, e eu e o meu tio
resolvemos pescar todo mês no mesmo lago.
Tostes,
João Guilherme
Sombras do Passado
Aquele dia. Embora estivesse
apavorada, lembro fielmente daquele dia. Não queria ter voltado no lugar que
casou longos anos de pesadelos: a cabana dos pais de Lucy, minha amiga, que
ficava em uma floresta a quinze minutos da cidade. Passamos diversas férias de
verão lá, eu Thomas e Lucy. Não queria entrar naquela floresta novamente.
Thomas
tinha ouvido um ruído e todos fomos investigar. Ainda me pergunto o porquê. De
trás de uma árvore surgiu um homem com uma máscara com pinturas desconhecidas
por mim. Ele sacou uma faca e apunhalou Lucy no pescoço. Eu fiquei paralisada e
só me movimentei quando Thomas agarrou meu braço e me puxou. “Corra Annie! ”
Foram as palavras dele. Não demorou muito para o Thomas avisar os pais de Lucy,
que chamaram a polícia. Eles não fizeram justiça, por isso estamos aqui. Demos
diversos depoimentos durante toda a tarde.
Thomas
me convenceu dessa ideia idiota a dois anos atrás. Pegamos o carro de seu pai e
fomos até a entrada da floresta. Era noite e isso me apavorava. Vejo Thomas
sacar um revolver e já imagino o que vai acontecer. “ Eu não vou deixar assim.
Aquele maldito a levou e se ninguém irá fazer nada, eu irei”. Quando ele disse
essas palavras, não pensei que era sério. Ele correu para dentro da floresta com
a arma. Eu gritei pelo seu nome, mas não havia retorno. Peguei um lampião e fui
atrás dele.
Sigo
algumas pegadas dele. Foi um erro, pois meu senso de direção era horrível. O
medo tomava conta e o que eu mais temia aconteceu: eu olho para baixo e vejo que
estou pisando em no sangue de Thomas. Olho para o lado e vejo o mesmo homem
daquele dia: O mesmo físico, a mesma máscara e o mesmo desejo por sangue. Eu
corro sem rumo e nesse momento me vejo como Thomas. Me deparo com a cabana de
meus pesadelos. Ele estava me alcançando, então não via possibilidade de fuga.
Tentei despistar ele na cabana. Enquanto Thomas corria e lembrava daquela cena
horrível. Lembro de ouvir passos atrás de nós e de entrarmos na cabana.
Despistei ele e entrei na cabana. Igual aquele dia, eu me escondi no quarto de
hospedes e torcia para ele não achar. Eu começo chorar como Thomas. Ele não
pode nos achar, ele não pode me achar, ele não pode me...
Janoni,
João Paulo
O
melhor dia da minha vida
No dia
10 de janeiro de 2015, era o dia que eu ia fazer minha melhor viagem eu e minha
família íamos ao lago que era em uma cidade bem longe de onde eu morava.
Partimos
para viagem logo de manhã .
O
caminho foi bem divertido pararmos em um restaurante que lá servia a comida
típica daquele lugar que era um macarrão com algumas ervas de lá e um peixe bem
saboroso. Depois partimos para estrada e levamos algumas frutas da feira que
tinha no lugar.
Depois
de meia hora paramos em um posto. E no posto tinha uma coisa que eu estava bem
curioso era um carro que que tinha uns turbos atrás. Seguindo o caminho,
começou a chover e deu um temporal que eu achei que nós íamos não mais nadar no
lago. Depois de um bom tempo a chuva passou e chegamos no lago. Tiramos as
coisas do carro, e tiramos o bote para nós irmos já nadar nadamos pela manhã
toda, até nossa mãe chamou eu e meu irmão para nós almoçarmos. E a comida
estava bem gostosa era um frango que minha mãe tinha trazido de casa com os
temperos dela. Descansamos, e fomos para o lago nadar no bote e pescar uns
peixes que meu pai tinha avistado. Ao anoitecer fizemos uma fogueira e montamos
a barraca. A fogueira estava bem legal que minha mãe tinha comprado uns Marchi
melos naquela conveniência de manhã, depois de um bom tempo na fogueira em fim
fomos dormi.
FIM
. JoãoVictor
F. kosa
FESTA
Estava na casa da minha amiga, e ela me
chamou para ir numa festa onde eu não conhecia ninguém de primeira não a via
aceitado o convite mais depois parei e pensei “porque não ir a essa bosta de
festa”, então acabei aceitando o convite.
Não sabia o que vestir, se vestia
um vestido ou uma blusa com calça Jens, acabei escolhendo calça preta rasgada
Jens, blusa preto e optei por uma blusa xadrez com vermelha velha que estava na
minha cama.
Fomos para essa tal festa que eu nem
sabia o nome mais estava indo, quando chegamos avia muitas pessoas então pensei
“o que estou fazendo aqui”, olhei ao meu redor só via pessoas dançando.
Fiquei pouco tempo na festa e
conheci novos amigos, para uma pessoa que é antissocial já estava bom.
Juliana
Um dia especial
Em um
dia de verão, eu e meu amigo Marcos, resolvemos, ir a uma cachoeira se
refrescar, pois o dia tinha um sol escaldante e não tínhamos nada para fazer em
casa e então resolvemos andar no rio de bote, um bote simples que o avÔ de
marcos tinha na casa dele.
Então
fomos lá buscar este bote, logo depois seguimos rumo a cachoeira, da onde nós
só voltaríamos tempos mais tarde.
Quando
chegamos, arrumamos o bote e fomos ver o local e vemos que no fim da represa,
ou cachoeira, e vimos que era um lugar calmo, então, resolvemos ficar por ali
mesmo e ali passamos um dia inesquecível e sempre que lembro deste dia,
relembro o quão foi bom aquele que passamos ali na cachoeira e também das boas recordações que aquele dia
trouxe a nós.
GOMES, Lucas de Oliveira
Andei de lancha
Certo
dia, eu e minha família fomos até o portal da cachoeira, e meu vô levou sua
lancha e toda a nossa família. Andou na lancha dele e todos nós nos divertimos,
é se bem que a gente ainda se diverte juntos, mas voltando a história eu queria
dirigir a lancha do meu vô, ai falei com ele para eu dirigir a lancha dele, e
depois que todo mundo andou ele deixou eu dirigir ela sozinho foi o primeiro
automóvel que eu dirigi , é e agora mesmo tinha dirigido um carte nas férias
também, foi muito divertido eu contra o meu pai, no dia q eu fui andar de
lancha com meu avô, me ensinou tudo o que ele sabia sore dirigir a lancha e me
deu uma pequena aula, depois eu fui e dirigi ela que nem louco mais foi
divertido comemos carne e tomamos refrigerante, sinto muita saudade da lancha
dele porque ele a vendeu eu e meu primo
brincávamos de pique-esconde e eu me escondia dentro dela mesmo ele falando que
tinha rato no motor, é foi uma experiência única.
PADUA,
Luis Miguel de
Lembranças inesquecíveis
Hoje eu passeando, vi crianças
brincando na lagoa do Parque Jurassic, lembrei de toda minha infância onde eu
passava a maior parte do tempo. Lá fiz amizades, muita bagunça e tive muito
joelho ralado.
Me lembro de um dia em que tinha
chegado duas meninas, Priscila e Bia. Elas eram do campo, tinham se mudado a
pouco tempo para a cidade e já conhecia o Jurassic. No sábado seguinte da
mudança delas, fomos ao parque no mesmo dia e coincidiu deu levar o barquinho
para pôr na água que meu avô havia feito para mim. Eu não estava sabendo usar o
barco, a Pri e Bia adorava esse tipo de coisa, pois no campo era muito
utilizado, elas vieram me ajudar e passamos o dia todo brincando e nadando
naquela lagoa fresquinha.
Se passou anos, e a nossa amizade
foi crescendo cada vez mais e com a mesma rotina de brincar no nosso barquinho.
Nos dias de hoje, somos melhores
amigas, mais agora nossas reuniões são para sair em barzinhos, e não mais para
passarmos o dia no parque. Amanhã vamos caminhar juntas pelo Jurassic e tenho
certeza que iremos passar a tarde toda lembrando da nossa infância, assim como
passei hoje.
Mariana
Maranduba
Eu
Pedro estava ansioso para ir a praia 5 dias em Maranduba com os meus pais e os
amigos deles, eu nem sabia o que fazer de tão feliz que eu estava para chegar a
praia, tampouco em casa não sabia que colocar em minha bolsa de viagem.
Entrando
no ônibus com as bolsas, eu estava sentado no meio do ônibus sentado do lado da
minha mãe, e o dono da viagem entregou na viagem alguns pães com Mantega e
café, mas eu não comi pois pensei que ia passar mal.
E no meio da viagem estava um frio então pedi
para minha mãe pegar a coberta a e eu dormi até a primeira parada para nos
comermos no posto de gasolina.
E
chegando lá em Maranduba fomos direto ao hotel deixarmos a malas e ir direto a
praia ver o mar, no aquele sol quente, eu nadei o dia inteiro só parei para
comer e fiquei admirado com a agua do mar, e fomos embora umas 19:00
No
próximo dia ficamos nem tanto no mar para olharmos a cidade de maranduba para
ver os lugares importantes da cidade.
E no
outro dia eu brinquei com os filhos dos amigos do meu pai, e uns meninos
chegaram e pegaram minha bola de vôlei e depois uma filha do amigo do meu pai
foi lá pegar de volta sem eu deixar e depois para o dia ficar mais legal fui
picado por um marimbondo no pescoço.
Os
outros dias só foi nadar na agua e
brincar de vôlei. E no último dia agente voltou para batatais.
PINHEIRO, PEDRO VINICIUS
AMIGAS PARA SEMPRE
Fazia muito tempo que eu não saia com
minhas amigas, pois um dia saímos juntas e tiramos várias fotos foi muito
divertido esse dia foi até emocionante nós nos damos muito bem e temos um
carinho muito grande, uma pelas outras.
Não, é sempre que saímos juntas, mais
temos muitos momentos juntos, amo elas, elas estão sempre comigo e a nossa
amizade vai fortalecer cada vez mais somos muito unidas e é isso, sei que
podemos brigar mais vou fazer impossível para ter elas sempre do meu lado.
Em um dia, estávamos em um parque aquático
com elas nunca tínhamos saído para um lugar assim tinha sido a primeira vez de
muitas, gostamos de aventuras assim. Esse dia foi muito importante para nós,
aconteceu muitas coisas vamos de excursão, chegando lá fomos guarda as nossas
coisas no armário.
Fomos para a piscina, tem muita para nada,
uma hora estávamos em uma. Ela tem uma prainha bem pequena mais bem funda, eu e
minhas amigas fomos nadar nela, eu estava com uma boia pois cai dela comecei me
afoga e minhas amigas foi me ajuda mais elas afogo também mais no final deu
tudo certo e foi dos melhores dias. AMO ELAS!!
Rafaela
Dos Santos Gonçalves
O dia da foto
La
estava eu, em um domingo tedioso, arrumando meu armário; quando vasculhava
dentro do armário encontrei uma foto, no qual me lembrava do famoso “dia da
foto”, aquela foto velha, mas que significava muito daquela turma eternizada
por um único flash.
Bem,
pensando agora não era tão importante na época, mas ela significava muito, mas
do que eu poderia imaginar.
Na
noite passada da foto eu estava ansioso e com medo de algo dar errado, então
quando deitei imaginei eu e meus colegas enfileirados na causada, como se fosse
um time de futebol, prontos para o flash, mas quando acordei no outro dia não
foi assim, estava chovendo, um dia nublado sem graça, mas enfim, tinha que
tirar a foto da turma. Quando entramos na escola fomos para o pátio cantar o
hino, logo após nos dividimos por salas e fomos para causada, ficamos todos
concentrados, pois não queríamos sair piscando ou desarrumados.
Depois
da câmera fazer o tradicional barulho da foto, não víamos a hora da foto ser
revelada, por sorte ela foi rapidamente entregue a nós, uma para cada aluno ter
de recordação.
Quando
olhei para a foto hoje, lembrei o que ela significava para mim, uma infância
feliz onde não avia tristeza que nossa turma era feliz quando unida, e o que
isso representava para mim, uma infância onde eu me orgulho de ter vivido.
Lima,
Sérgio Henrique Caminitti
A FINAL
Era um
sábado ensolarado e eu indo para o jogo ou melhor a final, e então meu time
entra em campo motivado e com muita vontade de vencer e sempre antes de um jogo
dá um frio na barriga, mas naquele dia o frio se tornava maior, a ansiedade
vinha de brinde e na entrada no campo você olhava para os lados e a torcida
gritando pulando era uma coisa linda.
E a bola então começa a rolar e nós tomamos um
gol logo no começo do jogo fazendo que nossa equipe se desanimasse um pouco,
mas não desistimos e fomos atrás do prejuízo, bem no finalzinho do jogo onde
todos os torcedores do time adversário já comemoravam o título , gol nosso foi lá
e fez o gol no finalzinho levando a disputa para os pênaltis.
E
assim conseguimos a vitória mais sofrida do time e foi pela disputa de pênaltis
e então a tão esperada foto do time completo naquele momento me sentia um
jogador profissional.
E os
jogadores do time adversário saíram tristes de campo e na hora da premiação eu
ganhei de melhor goleiro, e como fui o capitão do time levantei o troféu e o
time todo gritou pulou alegremente ao meu lado com certeza o melhor dia da
minha vida.
VIALI,
Victor Régis
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